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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Mais de Três horas de humor com Escova!!!
O MAIOR IMITADOR DO BRASIL!
Carlos Roberto Escova, Mestre do Humor. Craque da imitação. Um artista acima da mídia. Um talento transcendente, mediunico, até.
Sábado á noite o Brasil ficava mais feliz com o 'Perdidos na Noite' a dupla Tatá e Escova encapetava o palco e levava a anarquista platéia de jovens a loucura.
Antes disso era o 'Balancê' na Rádio Excelsior com o comando do magistral Osmar Santos e do inteligentíssimo e carismático Juarez Soares, o 'China'.
Em 13 de outubro de 2007 através de um belíssimo trabalho do jovem Felipe Martinelli de quem me tornei amigo através da internet, fizemos essa entrevista com o Carlos Roberto Escova.
De maneira agradável e como um menino ele divertiu a todos nós com um SHOW DE IMITAÇÕES por mais de três horas. Eu como tiéte fiquei apenas ouvindo o mestre. Agora vocês podem também ouvir. Vale a pena, uma aula de humor.
SAI CAPETA!!!!
Você pode ouvir esta entrevista fantástica nesta página mesmo, em versão integral ou dividida em 6 partes, através dos players abaixo, ou baixando diretamente da página clicando na foto do Escova.
Versão integral
Versão dividida
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
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MEUS ÍDOLOS,
RÁDIO*,
TELEVISÃO
quarta-feira, 3 de junho de 2009
TV na WEB - TV KAJURU

Jorge Kajuru e UMA dinamite ambulante semper Pronta parágrafo explodir . Mas UMA Coisa e- Certa : ESSA Dinamite e semper direcionada n. Alvos Que SEJA OU merecem , como: explosões São santas Feitas Bem e !
cara O Exagerado serviços Pode, Mas Não É injusto . PoDE serviços cri-cri , xiita , o diabo , Mas Não É Canalha e NEM mau carater . Muito Pelo contrário. Fez e FAZ da Guerra contra OS verdadeiros pulhas Desse País - sejam da Esfera esportiva, Política, midiática OU religiosa -os SEUS Inimigos adversários e .
Sas in tempos Que uma maioria se vende OU se cala , Por Conveniência OU cumplicidade com Poder Grande o , e de se tirar quando chapéu o " malucos beleza " Como o Kajuru aparecem por ai parágrafo atirar Pedra na vidraça de canalhas .
Grande Comunicador , Coração Grande. Li recentemente o Seu Livro Condenado Um Falar E me surpreendi positivamente com Muita Personalidade da Coisa de e Profissional postural da do cidadão . Um Cara Que e admirador e dez Como e ídolos REFERÊNCIAS Che Guevara, de Jorge Luis Borges, João Saldanha e Reinaldo, nao PoDE serviços ruim da abstenções e Cabeça do Coração.
Aqui convido -os uma Conhecer o Espaço Que elementos CRIOU bronca metros Pará e destravando SUA e Língua atrevidas de UMA Vez . Trata - se da TV Kajuru. Página here in web da Que São apresentados vídeos de Seu Programa exibido Diariamente Na Hora do Almoco apenas NAS Emissoras afiliadas AO Cidades in SBT fazer interior de São Paulo. «Além de Entrevistas e Especiais Quadros e reexibição de Históricas Materias e de Participação Programas los delegados Variados da TV .
E Um Espaço livre parágrafo um livre Atuação de malucão Jornalista UM , MAS Cheio de lucidez e Coragem parágrafo detonar muitos bandidões Desse Nosso saqueado País .
VEJAM Abaixo DOIS VIDEOS Kajuru TV DA
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TV Kajuru - Sócrates e Chico Buarque

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FAZENDO MÚSICA,
JOGANDO BOLA...
JOGANDO BOLA...
Uma das atrações da TV Kajuru é o "Papo com o Dr." onde o ex-craque e ídolo do Corinthians e da Seleção Brasileira nos anos 70/80 Sócrates, bate bola com figuras inteligentes e importantes.
Neste vídeo, o Magrão conversa com outro cracão (de bola e de música): o tricolor e camisa 10 da MPB Chico Buarque!
A conversa gira em torno das injustiças que grandes seleções como Brasil, Hungria, Holanda e novamente Brasil, sofreram quando encantaram o mundo, mas não conseguiram levantar o caneco, respectivamente nas copas de 50, 54,74 e 82.
Chico, dessa vez sem nenhuma timidez dá um show de conhecimento sobre uma de suas maiores paixões que é o futebol, num papo superlegal.
E o que é mais incrível, a conversa foi regada apenas à água mineral. Em se tratando do Magrão e do Chico, algo milagroso!
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Feras do Rádio Esportivo - Entrevista exclusiva

LUIZ PENIDO, TALENTO FORMADO
NAS DIVISÕES-DE-BASE DO RÁDIO
Ele é um dos maiores narradores esportivos do Brasil. De estilo criativo, jovial e que passa muita emoção nas transmissões dos jogos, é o titular da equipe de esportes da Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro 1.280 www.tupi.am . A emissora vem conquistando excelentes índices de audiência em toda sua programação totalmente voltada para o Rio de Janeiro. " O Garotão da Galera" - marca que vem usando há anos- é um talento garimpado e trabalhado numa época dourada do rádio pelo verdadeiro Butantã que era a Rádio Globo da capital carioca.
Nesta entrevista exclusiva que nos concedeu e que reproduzimos também na nossa comunidade do Orkut AS FERAS DO RÁDIO ESPORTIVO, Penido fala da sua trajetória na profissão, dos momentos e dificuldades que passou até a vitória na sua brilhante carreira, dos grandes nomes da comunicação esportiva e de assuntos da atualidade como o futuro do rádio AM, a ingerência e domínio da TV no futebol, o surgimento do rádio digital entre outros.
Com vocês, Luiz Penido, um dos mais queridos narradores do rádio esportivo do Brasil!
Quando baixou em você a certeza de que seria radialista esportivo, você tinha que idade exatamente?
Sempre tive esse desejo. Fui atrás de uma chance com 14 para 15 anos. Tentei na Globo, Tupi, Nacional e Mauá.Consegui com muita luta um teste na Nacional, com o Jorge Curi, e com Dalton Ferreira e outro na Globo. Na Mauá, o Orlando Baptista não deixou e na Tupi faltava uma data. Passei nas duas com ressalvas e mais ressalvas, mas entrei para a Globo em 22 de novembro de 1969. Era uma espécie de
Sempre tive esse desejo. Fui atrás de uma chance com 14 para 15 anos. Tentei na Globo, Tupi, Nacional e Mauá.Consegui com muita luta um teste na Nacional, com o Jorge Curi, e com Dalton Ferreira e outro na Globo. Na Mauá, o Orlando Baptista não deixou e na Tupi faltava uma data. Passei nas duas com ressalvas e mais ressalvas, mas entrei para a Globo em 22 de novembro de 1969. Era uma espécie de
"Faz Tudo", depois plantonista com o Jairo de Souza (titular do plantão) e o Iata Anderson, depois fui subindo. Mas foi duríssima a caminhada.
Como começou a sua paixão pelo rádio?
Meu pai (flamenguista ), era ouvinte assíduo e eu o acompanhava junto com os meus irmãos. Aí me apaixonei pela magia do rádio, desde que passei a me entender por gente.
E o seu primeiro emprego onde foi? Tinha que idade em qual função começou?...
Como disse, foi na Rádio Globo, lá pelos 15 anos e fazendo tudo na casa porque não falava ao microfone nos dez primeiros meses a não ser internamente nesse início.
Quais foram seus primeiros ídolos no rádio esportivo, os seus grandes referenciais?
Waldir Amaral, o maior de todos. Jorge Curi com quem passei a trabalhar efetivamente em 72 (Tinhamos feito a Copa de 70 em cadeia com Globo-Gaúcha-Nacional). Ao chegar na Globo ele se lembrou do teste, das minhas idas lá, e foi muito carinhoso. Nasceu alí uma grande amizade. Mas havia um grupo tão bom que as referências eram diversas. Uma escola de verdade.
Na Rádio Globo você chegou muito novo ainda (um verdadeiro garotão) quais profissionais te ajudaram nessa chegada, aqueles que te ensinaram “o caminhos das pedras”?...
Todos ensinaram muito e fiz amizade com toda a equipe. Os narradores eram: Waldir, Celso Garcia,
Como começou a sua paixão pelo rádio?
Meu pai (flamenguista ), era ouvinte assíduo e eu o acompanhava junto com os meus irmãos. Aí me apaixonei pela magia do rádio, desde que passei a me entender por gente.
E o seu primeiro emprego onde foi? Tinha que idade em qual função começou?...
Como disse, foi na Rádio Globo, lá pelos 15 anos e fazendo tudo na casa porque não falava ao microfone nos dez primeiros meses a não ser internamente nesse início.
Quais foram seus primeiros ídolos no rádio esportivo, os seus grandes referenciais?
Waldir Amaral, o maior de todos. Jorge Curi com quem passei a trabalhar efetivamente em 72 (Tinhamos feito a Copa de 70 em cadeia com Globo-Gaúcha-Nacional). Ao chegar na Globo ele se lembrou do teste, das minhas idas lá, e foi muito carinhoso. Nasceu alí uma grande amizade. Mas havia um grupo tão bom que as referências eram diversas. Uma escola de verdade.
Na Rádio Globo você chegou muito novo ainda (um verdadeiro garotão) quais profissionais te ajudaram nessa chegada, aqueles que te ensinaram “o caminhos das pedras”?...
Todos ensinaram muito e fiz amizade com toda a equipe. Os narradores eram: Waldir, Celso Garcia,
José Carlos Araújo, Sergio Moraes, Dalton Ferreira e Ayrton Rebelo. Logo em seguida vieram: Edson Mauro, Wanderley Ribeiro, Cezar Rizzo e Antonio Porto. Os comentaristas eram: João Saldanha, Luiz Mendes, Claudio Moysés e Raul Brunini. O Ruy Porto tinha saído uns três meses antes, mas depois voltou e trabalhei com ele também, e mais tarde com Affonso Soares, Alberto Rodrigues e Sergio Noronha.
A dupla de repórteres em 69, era dos "Trepidantes" Washington Rodrigues e Denis Menezes. Só tinha cabeça coroada e aprendi com todos, embora fosse mais próximo do Zé Carlos e do Washington, amizades que se estendem por todos esses anos e são imorredouras.
Como era o rádio esportivo nesse periódo, a competição entre as emissoras, as características de cada uma delas Nacional, Globo, Tupi, Continental, Guanabara, Tamoio?...
Na época o duelo já era entre Globo e Tupi, na ocasião com o excelente Doalcey Camargo.
A Continental crescia para baixo, como rabo de cavalo. A Tamoio não incomodava muito as líderes no futebol e a Nacional que já não era tão forte, desabou logo em seguida com a saída do Curi.
Como era o rádio esportivo nesse periódo, a competição entre as emissoras, as características de cada uma delas Nacional, Globo, Tupi, Continental, Guanabara, Tamoio?...
Na época o duelo já era entre Globo e Tupi, na ocasião com o excelente Doalcey Camargo.
A Continental crescia para baixo, como rabo de cavalo. A Tamoio não incomodava muito as líderes no futebol e a Nacional que já não era tão forte, desabou logo em seguida com a saída do Curi.
A terceira força ficou sendo a Mauá, com o Orlando Baptista, na década de 70.
Por ter tantas ‘feras’ nos chamados ‘primeiros times’ das emissoras como é que os mais jovens como você, aguardavam as oportunidades, era difícil não?...
Dificílimo. Mas havia companheirismo para ajudar na espera. Ralei bastante e subi lentamente. Enquanto isso trabalhava também em outros departamentos: jornalismo, programação e comercial. Não havia espaço para iniciantes e foi uma lenha, mas Deus me ajudou, porque a casa não costumava fazer lançamentos.
Fale um pouco das transmissões dos jogos de basquete em que você se especializou, e que na nossa opinião, se tornou inclusive um dos melhores dentro do rádio esportivo.
Era tanta transmissão, que em algumas datas faltava narrador para tudo, mesmo sendo muitos. Então comecei a me especializar em basquete para encurtar o caminho. Comecei a narrar trechos de jogos e depois jogos inteiros. Deu certo e, uns cinco ou seis depois me tornei titular da modalidade.
Por ter tantas ‘feras’ nos chamados ‘primeiros times’ das emissoras como é que os mais jovens como você, aguardavam as oportunidades, era difícil não?...
Dificílimo. Mas havia companheirismo para ajudar na espera. Ralei bastante e subi lentamente. Enquanto isso trabalhava também em outros departamentos: jornalismo, programação e comercial. Não havia espaço para iniciantes e foi uma lenha, mas Deus me ajudou, porque a casa não costumava fazer lançamentos.
Fale um pouco das transmissões dos jogos de basquete em que você se especializou, e que na nossa opinião, se tornou inclusive um dos melhores dentro do rádio esportivo.
Era tanta transmissão, que em algumas datas faltava narrador para tudo, mesmo sendo muitos. Então comecei a me especializar em basquete para encurtar o caminho. Comecei a narrar trechos de jogos e depois jogos inteiros. Deu certo e, uns cinco ou seis depois me tornei titular da modalidade.
Acabei por ganhar o título de melhor do ano oito vezes fazendo basquete. Com isso ganhei a confiança do Waldir e passei a narrar também a Formula 1 enquanto ia me consolidando no futebol no nível que queria. Mas o processo foi longo, árduo extremamente difícil. Se não fosse um objetivo de vida, teria desistido.
Sua identificação era grande com a Globo, até pela sua origem profissional, em que momento e circunstância surgiu a vontade de ‘bater asas’ e ‘formar o seu ninho’ em outra emissora no caso à Tupi?
Na verdade a partir de meados de 75 passei a receber vários convites. Nunca cogitei aceitar qualquer um. Mas em novembro de 1988, fui convencido pelo Diretor Comercial da Tupi, Edson Perrota, a quem eu adoro, que me apresentou uma proposta de mudar tudo na Tupi. Topei e pedi demissão da Globo.
Sua identificação era grande com a Globo, até pela sua origem profissional, em que momento e circunstância surgiu a vontade de ‘bater asas’ e ‘formar o seu ninho’ em outra emissora no caso à Tupi?
Na verdade a partir de meados de 75 passei a receber vários convites. Nunca cogitei aceitar qualquer um. Mas em novembro de 1988, fui convencido pelo Diretor Comercial da Tupi, Edson Perrota, a quem eu adoro, que me apresentou uma proposta de mudar tudo na Tupi. Topei e pedi demissão da Globo.
Não queriam me liberar, mas meu contrato tinha acabado de vencer, passando a ser por tempo indeterminado. Mas não teve jeito: Eu, Eraldo Leite, Danilo Baía, Marcus Tinoco, Alberto Rodrigues, Ivan Mendes e o Felipe Cardoso fomos para a Tupi. E deu certo. O primeiro passo foi modernizar a linguagem e criar um programa noturno de duas horas, O 'Giro Esportivo', que logo assumiu a liderança e foi pioneiro no tamanho e no formato.
Que lembranças você tem desse período, aconteceram muitas dificuldades?... Como foram os desafios de formatação da equipe e da programação e o retorno comercial dessa nova fase?
Com os que levei comigo no novo projeto e alguns bons já existentes o time ficou forte. Mas em um ano precisava de reforço para manter o fôlego. Foi aí que convenci o João Saldanha a voltar ao rádio. Ele tinha parado fazia um ano e meio. E foi a última emissora de rádio onde trabalhou. A frágil saúde dele cortou o caminho. Mas o João 'deu show' como de costume e me ajudou muitíssimo. Grande parceiro e gênio. Comercialmente também foi muito bom.
Fale um pouco da sua passagem pela Tropical FM e pela Nacional...
Foram rápidas, mas isso serviu para ajudar a dar bagagem. Na Nacional (1994) era arrendatário. Lancei o José Roberto Wright e levei o Chico Anysio e o Fernando Calazans, que eu tinha posto um pouco antes na Tupi, com grande êxito. Ele é muito fera e o Wright também. Me orgulho de ter começado a carreira na mídia eletrônica de ambos. Mas a Nacional esbarrava nessas coisas de governo e troca de políticos que não tem solução. O último bom momento da Nacional tinha sido de 1977 a 1984, com o meu dileto amigo, José Carlos, o Garotinho. Na Tropical estivemos basicamente com o mesmo o time, mas sem Wright e Calazans. Eu era contratado e mantive o Jorge Nunes que começou 'a voar'. Quando voltei para a Tupi em 97, consegui levá-lo.
Existe alguma fase da sua carreira que você elegeria com a mais difícil, aquela que te trouxe grandes dificuldades e te exigiu uma grande superação?...
Toda a carreira no rádio esportivo em nível máximo de competitividade, como sempre foi o meu caso, é uma luta constante que exige uma entrega total. É sempre trabalhoso demais competir e ter que ganhar de emissoras, também muito fortes e boas, e com equipes qualificadas. Tem que matar dois leões por dia.
No livro “O Milagre da Vida” sobre Osmar Santos, é revelado que “ele era considerado
o locutor inimigo dos comentaristas” pois nunca achou tão importante assim para a transmissão de um jogo, a figura do analista. Com você observamos uma postura exatamente oposta pois trabalhou ao lado de João Saldanha, Chico Anysio, Alberto Rodrigues, Luiz Mendes e outros e já há alguns anos faz com grande sucesso, uma dupla com o Apolinho Washington Rodrigues. Para você é fundamental numa transmissão ter um comentarista de peso ao seu lado ou concorda de alguma forma com a tese do Osmar “de que o ouvinte não aceita muito bem o cara que tem essa postura de ser o dono da verdade, de ter a opinião sobre tudo e sobre o jogo”...
Em primeiro lugar, meu amigo Osmar Santos é um gênio. Mas no caso aí, é um tipo de visão pessoal ou de gosto que prevalece. Talvez para ele fosse melhor por uma questão de estilo. O Osmar é um " Monstro Sagrado", só que para mim o comentarista é absolutamente fundamental. Respeito a posição do mestre Osmar, que deve ter os seus motivos, mas eu não imagino um jogo sem comentarista
Teve uma época em que muitos ex-jogadores tornaram-se comentaristas, principalmente na TV.
Que lembranças você tem desse período, aconteceram muitas dificuldades?... Como foram os desafios de formatação da equipe e da programação e o retorno comercial dessa nova fase?
Com os que levei comigo no novo projeto e alguns bons já existentes o time ficou forte. Mas em um ano precisava de reforço para manter o fôlego. Foi aí que convenci o João Saldanha a voltar ao rádio. Ele tinha parado fazia um ano e meio. E foi a última emissora de rádio onde trabalhou. A frágil saúde dele cortou o caminho. Mas o João 'deu show' como de costume e me ajudou muitíssimo. Grande parceiro e gênio. Comercialmente também foi muito bom.
Fale um pouco da sua passagem pela Tropical FM e pela Nacional...
Foram rápidas, mas isso serviu para ajudar a dar bagagem. Na Nacional (1994) era arrendatário. Lancei o José Roberto Wright e levei o Chico Anysio e o Fernando Calazans, que eu tinha posto um pouco antes na Tupi, com grande êxito. Ele é muito fera e o Wright também. Me orgulho de ter começado a carreira na mídia eletrônica de ambos. Mas a Nacional esbarrava nessas coisas de governo e troca de políticos que não tem solução. O último bom momento da Nacional tinha sido de 1977 a 1984, com o meu dileto amigo, José Carlos, o Garotinho. Na Tropical estivemos basicamente com o mesmo o time, mas sem Wright e Calazans. Eu era contratado e mantive o Jorge Nunes que começou 'a voar'. Quando voltei para a Tupi em 97, consegui levá-lo.
Existe alguma fase da sua carreira que você elegeria com a mais difícil, aquela que te trouxe grandes dificuldades e te exigiu uma grande superação?...
Toda a carreira no rádio esportivo em nível máximo de competitividade, como sempre foi o meu caso, é uma luta constante que exige uma entrega total. É sempre trabalhoso demais competir e ter que ganhar de emissoras, também muito fortes e boas, e com equipes qualificadas. Tem que matar dois leões por dia.
No livro “O Milagre da Vida” sobre Osmar Santos, é revelado que “ele era considerado
o locutor inimigo dos comentaristas” pois nunca achou tão importante assim para a transmissão de um jogo, a figura do analista. Com você observamos uma postura exatamente oposta pois trabalhou ao lado de João Saldanha, Chico Anysio, Alberto Rodrigues, Luiz Mendes e outros e já há alguns anos faz com grande sucesso, uma dupla com o Apolinho Washington Rodrigues. Para você é fundamental numa transmissão ter um comentarista de peso ao seu lado ou concorda de alguma forma com a tese do Osmar “de que o ouvinte não aceita muito bem o cara que tem essa postura de ser o dono da verdade, de ter a opinião sobre tudo e sobre o jogo”...
Em primeiro lugar, meu amigo Osmar Santos é um gênio. Mas no caso aí, é um tipo de visão pessoal ou de gosto que prevalece. Talvez para ele fosse melhor por uma questão de estilo. O Osmar é um " Monstro Sagrado", só que para mim o comentarista é absolutamente fundamental. Respeito a posição do mestre Osmar, que deve ter os seus motivos, mas eu não imagino um jogo sem comentarista
Teve uma época em que muitos ex-jogadores tornaram-se comentaristas, principalmente na TV.
Alguns como o Gérson Canhotinha, “caíram como uma luva no rádio”. O que você pensa a esse respeito, dos ex-boleiros na latinha?...
Penso que quem é bom, é bom e pronto. Como é o caso do Gerson. E por que não dizer, do ex-goleiro Raul?... Acho bons. O que não é legal é forçar a barra, porque é sempre o ouvinte que decide. Ás vezes tentam forçar um nome ou outro, mas isso não funciona.
Como vê o surgimento de novos valores na função de narrador que é uma das mais difícéis dentro do rádio esportivo? Que avaliação faz de Odilon Júnior, Fernando Bonan, João Guilherme e outros jovens narradores que estão surgindo?
Para ser bem sincero, todos esses citados já deram certo na profissão. São muito bons e de grande estrada pela frente. Há outras feras surgidas recentemente como o Edílson Silva, Hugo Lago, Daniel Pereira, ETC... Isso para falar só do Rio. Existe muita gente de alta qualidade surgindo pelo país afora.
O que está faltando hoje para que o rádio esportivo seja ainda mais atraente para o público? Que tipo de conteúdo pode ser inserido para que ele seja ainda melhor?
O rádio evolui constantemente. Mas na ferramenta "Internet", está o crescimento da qualidade do conteúdo pela rapidez dos dados em tempo real, e interatividade. Vai crescer sempre, embora as entidades do desporto vivam criando dificuldade para atuação dos profissionais.
O que pensa da independência jornalística das emissoras em relação a dirigentes e entidades? Existe no Brasil alguma distorção nesse tipo de convívio?...
A independência é um dos pontos de partida, uma condição básica. Que eu saiba, no rádio não há nenhum veículo com esse odioso vício. Pode ser que exista, mas não é do meu conhecimento, se existir.
No Rio, eu asseguro que todas são independentes em linha editorial. Nas grandes emisoras do país a mesma coisa. Se há problema dessa natureza, eu desconheço.
Tipos de mídia como TV e internet e até o rádio FM estão ameaçando de alguma forma à existência do rádio AM?
Não creio. Quanto a Internet, pelo contrário, ela é uma aliada, para onde todos irão. É uma mídia convergente. Todos desaguarão na Internet. Até a própria televisão.
O AM Digital irá mesmo revolucionar o hábito de se ouvir rádio? Em quanto tempo acredita que essa tecnologia estará em funcionamento e acessível para os ouvintes?
Será uma revolução e todos terão que se adaptar. Quem não fizer isso vai sumir. Vai acabar qualquer diferença de AM/FM, porque todas serão sintonizáveis com som puríssimo em qualquer lugar. Há carros hoje, já saíndo de fábrica nos Estados Unidos com essa tecnologia. A Tupi já faz parte desse cardápio que tem mais de 11 mil rádio de várias partes do mundo. O que falta é as pessoas terem o aparelho digital para sontonizar. Em quanto tempo terão, é que é a questão que ninguém sabe ao certo. O tempo estimado é de 5 anos, aproximadamente
Como o amigo analisa o poder cada vez maior das emissoras de TV que compram os direitos de transmissão das competições e impõem coisas absurdas para atender suas conveniências como programação de horários esdrúxulos para a realização dos jogos e até imposições na mudança radical dos uniformes dos times por causa da visualização?
Esse é um absurdo contemporâneo. Você usou a palavra certa: esdrúxulos. Estão usando um poder imperial acobertados por dirigentes incapazes e medrosos. Uma distorção. Quem compra direito de exibição, não comprou o mundo, os hábitos, os horários e a dignidade do torcedor, para quem não dão a mínima.
Tecnicamente atrapalha por exemplo, calções da mesma cor em times de camisas completamente diferentes tipo a tricolor do Flu com a azul do Cruzeiro. Os calções e meias brancas dos dois times atrapalhariam em alguma coisa a você como narrador por exemplo?...
Dependendo do tom da cor atrapalha, sim. Mas com os matizes variados, quase não acontece esse problema atualmente. A dificuldade ainda existente é com camisas listradas que escondem a leitura dos números.
Como é que você analisa o chamado sistema de transmissão off-tube, o “tubão”? É uma coisa inevitável nesses tempos de dificuldades econômicas?
Não é apenas um problema de ordem econômica, pelo menos para as maiores, embora o mundo viva um problemão econômico. Hoje em dia existe muita competição sendo jogada que não cabe no calendário. Ele não suporta. Parece até que na Fifa, Sul Americana e na CBF, eles acham que o ano tem 500 dias.
Penso que quem é bom, é bom e pronto. Como é o caso do Gerson. E por que não dizer, do ex-goleiro Raul?... Acho bons. O que não é legal é forçar a barra, porque é sempre o ouvinte que decide. Ás vezes tentam forçar um nome ou outro, mas isso não funciona.
Como vê o surgimento de novos valores na função de narrador que é uma das mais difícéis dentro do rádio esportivo? Que avaliação faz de Odilon Júnior, Fernando Bonan, João Guilherme e outros jovens narradores que estão surgindo?
Para ser bem sincero, todos esses citados já deram certo na profissão. São muito bons e de grande estrada pela frente. Há outras feras surgidas recentemente como o Edílson Silva, Hugo Lago, Daniel Pereira, ETC... Isso para falar só do Rio. Existe muita gente de alta qualidade surgindo pelo país afora.
O que está faltando hoje para que o rádio esportivo seja ainda mais atraente para o público? Que tipo de conteúdo pode ser inserido para que ele seja ainda melhor?
O rádio evolui constantemente. Mas na ferramenta "Internet", está o crescimento da qualidade do conteúdo pela rapidez dos dados em tempo real, e interatividade. Vai crescer sempre, embora as entidades do desporto vivam criando dificuldade para atuação dos profissionais.
O que pensa da independência jornalística das emissoras em relação a dirigentes e entidades? Existe no Brasil alguma distorção nesse tipo de convívio?...
A independência é um dos pontos de partida, uma condição básica. Que eu saiba, no rádio não há nenhum veículo com esse odioso vício. Pode ser que exista, mas não é do meu conhecimento, se existir.
No Rio, eu asseguro que todas são independentes em linha editorial. Nas grandes emisoras do país a mesma coisa. Se há problema dessa natureza, eu desconheço.
Tipos de mídia como TV e internet e até o rádio FM estão ameaçando de alguma forma à existência do rádio AM?
Não creio. Quanto a Internet, pelo contrário, ela é uma aliada, para onde todos irão. É uma mídia convergente. Todos desaguarão na Internet. Até a própria televisão.
O AM Digital irá mesmo revolucionar o hábito de se ouvir rádio? Em quanto tempo acredita que essa tecnologia estará em funcionamento e acessível para os ouvintes?
Será uma revolução e todos terão que se adaptar. Quem não fizer isso vai sumir. Vai acabar qualquer diferença de AM/FM, porque todas serão sintonizáveis com som puríssimo em qualquer lugar. Há carros hoje, já saíndo de fábrica nos Estados Unidos com essa tecnologia. A Tupi já faz parte desse cardápio que tem mais de 11 mil rádio de várias partes do mundo. O que falta é as pessoas terem o aparelho digital para sontonizar. Em quanto tempo terão, é que é a questão que ninguém sabe ao certo. O tempo estimado é de 5 anos, aproximadamente
Como o amigo analisa o poder cada vez maior das emissoras de TV que compram os direitos de transmissão das competições e impõem coisas absurdas para atender suas conveniências como programação de horários esdrúxulos para a realização dos jogos e até imposições na mudança radical dos uniformes dos times por causa da visualização?
Esse é um absurdo contemporâneo. Você usou a palavra certa: esdrúxulos. Estão usando um poder imperial acobertados por dirigentes incapazes e medrosos. Uma distorção. Quem compra direito de exibição, não comprou o mundo, os hábitos, os horários e a dignidade do torcedor, para quem não dão a mínima.
Tecnicamente atrapalha por exemplo, calções da mesma cor em times de camisas completamente diferentes tipo a tricolor do Flu com a azul do Cruzeiro. Os calções e meias brancas dos dois times atrapalhariam em alguma coisa a você como narrador por exemplo?...
Dependendo do tom da cor atrapalha, sim. Mas com os matizes variados, quase não acontece esse problema atualmente. A dificuldade ainda existente é com camisas listradas que escondem a leitura dos números.
Como é que você analisa o chamado sistema de transmissão off-tube, o “tubão”? É uma coisa inevitável nesses tempos de dificuldades econômicas?
Não é apenas um problema de ordem econômica, pelo menos para as maiores, embora o mundo viva um problemão econômico. Hoje em dia existe muita competição sendo jogada que não cabe no calendário. Ele não suporta. Parece até que na Fifa, Sul Americana e na CBF, eles acham que o ano tem 500 dias.
O intervalo entre um evento e outro não permite ir e voltar a tempo num Brasileirão, por exemplo. Na F-1, a TV Globo faz várias transmissões com o narrador e comentarista no Rio e o repórter, este sim, no país da corrida. No rádio é quase a mesma coisa. Tudo começou por causa da Copa do Mundo, que ensinou isso por necessidade. Na atualidade acho que só o José Silvério ( um baita narrador ), não faz
off-tube, mas por opção dele. Mas na Copa não tem jeito. É assim, ou não cobre o evento na íntegra. Virou uma solução para várias ocasiões e se espalhou.
Existem alguns profissionais que você admira mas que não tenha trabalhado com eles, que adoraria ter trabalhado?
Com os melhores do Rio, trabalhei com todos. De fora daqui há vários que difícilmente terei o prazer de trabalhar.
Penido, no futebol é muito comum formarmos a melhor seleção brasileira de todos os tempos, o melhor Botafogo, o Palmeiras eterno, ETC... E se você pudesse formar a equipe esportiva de todos os tempos no rádio, tendo quatro narradores, três comentaristas, um comentarista de arbitragem, dois âncoras, quatro repórteres e dois plantonistas, como escalaria esse timaço? (a pergunta não fica restrita ao rádio do Rio de Janeiro, pode citar profissionais de qualquer Estado do Brasil)
É impossível. Brota tanto nome na cabeça que teria uns 15 narradores, outro tanto de comentaristas e repórteres. Só aqui teria que encaixar por exemplo: Waldir Amaral, Jorge Curi, Doalcey Camargo, Jota Santiago, Edson Mauro, e claro, meu dileto e querido amigo, o fera José Carlos Araújo, só para citar alguns nomes rapidamente, sem falar que eu iria querer uma vaguinha nesse timaço...
E imagine quando pintar a galera do passado mais remoto?... Não daria. Com comentaristas e repórteres ocorre a mesma situação. E os de fora do Rio que não poderiam ficar de fora?
Existem alguns profissionais que você admira mas que não tenha trabalhado com eles, que adoraria ter trabalhado?
Com os melhores do Rio, trabalhei com todos. De fora daqui há vários que difícilmente terei o prazer de trabalhar.
Penido, no futebol é muito comum formarmos a melhor seleção brasileira de todos os tempos, o melhor Botafogo, o Palmeiras eterno, ETC... E se você pudesse formar a equipe esportiva de todos os tempos no rádio, tendo quatro narradores, três comentaristas, um comentarista de arbitragem, dois âncoras, quatro repórteres e dois plantonistas, como escalaria esse timaço? (a pergunta não fica restrita ao rádio do Rio de Janeiro, pode citar profissionais de qualquer Estado do Brasil)
É impossível. Brota tanto nome na cabeça que teria uns 15 narradores, outro tanto de comentaristas e repórteres. Só aqui teria que encaixar por exemplo: Waldir Amaral, Jorge Curi, Doalcey Camargo, Jota Santiago, Edson Mauro, e claro, meu dileto e querido amigo, o fera José Carlos Araújo, só para citar alguns nomes rapidamente, sem falar que eu iria querer uma vaguinha nesse timaço...
E imagine quando pintar a galera do passado mais remoto?... Não daria. Com comentaristas e repórteres ocorre a mesma situação. E os de fora do Rio que não poderiam ficar de fora?
Me livre desse embaraço, por favor.
Quero te agradecer pela atenção e forma solícita e fraternal como nos atendeu respondendo a essa entrevista.
Eu é que agradeço a vocês por terem feito uma página para o rádio, e terem me incluído nela.
O meio contraiu uma dívida de gratidão com esta equipe, pela divulgação, seriedade e difusão de informações, que normalmente não chegam ao público. Com vocês, chegam muitas, via Net Viu como o rádio e a Internet já tem alguma ligação? (risos)
Obrigado. Estarei sempre à disposição de vocês todos e dos participantes da comunidade.
Quero te agradecer pela atenção e forma solícita e fraternal como nos atendeu respondendo a essa entrevista.
Eu é que agradeço a vocês por terem feito uma página para o rádio, e terem me incluído nela.
O meio contraiu uma dívida de gratidão com esta equipe, pela divulgação, seriedade e difusão de informações, que normalmente não chegam ao público. Com vocês, chegam muitas, via Net Viu como o rádio e a Internet já tem alguma ligação? (risos)
Obrigado. Estarei sempre à disposição de vocês todos e dos participantes da comunidade.
PERFIL
NOME COMPLETO: LUIZ ALBERTO PENIDO
IDADE: 54 ANOS
DATA E LOCAL DE NASCIMENTO: JUIZ DE FORA, EM 05/04/54
NOME DA ESPOSA E FILHO(S): MARCIA PENIDO E FILHO, MARCELO PENIDO
RELIGIÃO: COM TODOS OS SACRAMENTOS CATÓLICOS, SOU KARDECISTA POR FILOSOFIA E ADMIRADOR DE TODAS QUE BUSCAM A JESUS E ACREDITAM EM DEUS.
LAZER PREFERIDO: FUTEBOL, PRAIA, CARRO, CAMINHADAS E LIVROS.
COMIDA PREFERIDA: PICANHA
BEBIDA PREFERIDA: ÁGUA
LIVRO INESQUECÍVEL: OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA( E MAIS UNS DEZ)
FILME INESQUECÍVEL: DANÇANDO NA CHUVA
CIDADES MAIS LINDAS QUE VISITOU: MONTREAL, TÓQUIO, PARIS, ROMA, NOVA IORQUE E MUNIQUE SÃO AS MINHAS PREFERIDAS.
MOMENTO HISTÓRICO NA CARREIRA: FINAL MERCOSUL DE 2000. VASCO 4 X 3 PALMEIRAS. A MAIOR VIRADA. FLAMENGO 3 X 1 VASCO (GOL DO PET) EM 2001. BRASIL X ITÁLIA (GANHAMOS NOS PENALTYS) COPA DE 94. HÁ OUTROS.
CLUBE E ÍDOLO DE INFÂNCIA: BOTAFOGO DE GARRINCHA
PROGRAMAS PREFERIDOS DE TV: LINHA DE PASSE( ESPNBrasil)
ATOR E ATRIZ PREFERIDOS: UM MONTÃO. NÃO DA PARA CITAR POUCOS.
CANTOR E CANTORA: CAETANO VELOSO E ADRIANA CALCANHOTO
AMIGOS DE FÉ E IRMÃOS CAMARADAS: GRAÇAS A DEUS SÃO MUITOS. MUITOS MESMO.
IDADE: 54 ANOS
DATA E LOCAL DE NASCIMENTO: JUIZ DE FORA, EM 05/04/54
NOME DA ESPOSA E FILHO(S): MARCIA PENIDO E FILHO, MARCELO PENIDO
RELIGIÃO: COM TODOS OS SACRAMENTOS CATÓLICOS, SOU KARDECISTA POR FILOSOFIA E ADMIRADOR DE TODAS QUE BUSCAM A JESUS E ACREDITAM EM DEUS.
LAZER PREFERIDO: FUTEBOL, PRAIA, CARRO, CAMINHADAS E LIVROS.
COMIDA PREFERIDA: PICANHA
BEBIDA PREFERIDA: ÁGUA
LIVRO INESQUECÍVEL: OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA( E MAIS UNS DEZ)
FILME INESQUECÍVEL: DANÇANDO NA CHUVA
CIDADES MAIS LINDAS QUE VISITOU: MONTREAL, TÓQUIO, PARIS, ROMA, NOVA IORQUE E MUNIQUE SÃO AS MINHAS PREFERIDAS.
MOMENTO HISTÓRICO NA CARREIRA: FINAL MERCOSUL DE 2000. VASCO 4 X 3 PALMEIRAS. A MAIOR VIRADA. FLAMENGO 3 X 1 VASCO (GOL DO PET) EM 2001. BRASIL X ITÁLIA (GANHAMOS NOS PENALTYS) COPA DE 94. HÁ OUTROS.
CLUBE E ÍDOLO DE INFÂNCIA: BOTAFOGO DE GARRINCHA
PROGRAMAS PREFERIDOS DE TV: LINHA DE PASSE( ESPNBrasil)
ATOR E ATRIZ PREFERIDOS: UM MONTÃO. NÃO DA PARA CITAR POUCOS.
CANTOR E CANTORA: CAETANO VELOSO E ADRIANA CALCANHOTO
AMIGOS DE FÉ E IRMÃOS CAMARADAS: GRAÇAS A DEUS SÃO MUITOS. MUITOS MESMO.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
RÁDIO DE LUTO - Morte de Pacheco Filho

AINDA SOBRE PACHECO FILHO
Na última terça (02) o rádio baiano perdeu um dos seus maiores talentos, o comunicador Pacheco Filho que faleceu vítima de parada cardio-respiratória aos 82 anos de idade.
Pacheco ainda lúcido e com grande vigor e entusiasmo comandava o seu "Almoçando com Pacheco Filho" aos sábados e domingos na Metrópole FM 101,3 www.radiometropole.com.br.
Em sua homenagem colocamos aqui dois pequenos trechos de uma entrevista que Pacheco deu na própria Metrópole no programa de Mário Kertész que teve um grande gesto ao resgatar Pacheco para o rádio da Bahia lhe dando espaço na sua emissora para o grande locutor que no passado foi a maior audiência da radiofonia baiana. No comando do programa "Só para mulheres", Pacheco Filho teve tanta popularidade que se elegeu vereador em Salvador.
Algo hilário na lembrança de Pacheco. A história que o impagável colega Abraão Britto da Rádio Metrópole conta. De um desabafo que Pacheco fez no seu programa com sua peculiar categoria, ele descreve uma cena presenciada por ele próprio num transporte coletivo da capital baiana, o cumprimento de dois malandros.
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RÁDIO*
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Rádio

Morre, aos 82 anos, o radialista e apresentador Pacheco Filho
Morreu na noite desta terça-feira (02) o apresentador e radialista Balbino Pacheco de Oliveira Junior, o Pacheco Filho. Um dos mais respeitados nomes da história do rádio da Bahia. Pacheco não resistiu a sucessivas paradas cardio-respiratórias e faleceu às 21h10.
Radialista atuante desde 1946, o apresentador teve passagens por rádios como Cultura, Excelsior e Sociedade. Nos anos 60 e 70 Pacheco apresentou um dos programas campeões de audiência do rádio baiano, o "Só para mulheres".
Atualmente apresentava na Rádio Metrópole FM o programa "Almoçando com Pacheco Filho" que ia ao ar todos os sábados e domingos.
Pacheco foi um colega muito querido da equipe da Rádio Metrópole e nome de extrema importância para a história do rádio no Brasil.
FICA AQUI A NOSSA HOMENAGEM A ESSE GRANDE COMUNICADOR QUE CONQUISTOU AO LONGO DE SUA BRILHANTE CARREIRA COISAS FUNDAMENTAIS PARA QUEM EXERCE UM TRABALHO PÚBLICO: O RECONHECIMENTO, O RESPEITO, O CARINHO E ADMIRAÇÃO DAS PESSOAS. OBRIGADO PACHECO!
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domingo, 23 de novembro de 2008
PLANTÃO - InTeRnEt@Ndo - Jornal Extra - Site da Tupi Rio

MORRE JORNALISTA CELSO GARCIA,O DESCOBRIDOR DE ZICO
23.11.2008 - 12h04m
GAROTO DO PLACAR
MORRE O JORNALISTA CELSO GARCIA
Marcelo Dias -Jornal EXTRA
Rio - Morreu neste domingo o jornalista Celso Garcia, um dos grandes nomes do rádio esportivo brasileiro. Descobridor de um dos maiores gênios do futebol mundial, Zico, Celso se notabilizou como o "Garoto do Placar" nas transmissões esportivas. Em 1967, Celso assistia a uma partida de futebol de salão e avistou um garoto franzino de 14 anos jogando pelo Juventude de Quintino, no campo do River Futebol Clube, em Piedade.
Celso o levou para a Gávea, onde se transformaria no maior craque rubro-negro de todos os tempos.
O corpo de Celso Garcia será velado na Capela Santa Rita de Cássia, sala 2 do Cemitério de Inhaúma, no subúrbio do Rio. O sepultamento do corpo de Celso está marcado para hoje, domingo ás 17 horas. O Presidente do Flamengo Márcio Braga, determinou luto oficial no clube por três dias e será observado um minuto de silêncio antes da partida contra o Cruzeiro em homenagem póstuma ao grande rubro-negro, logo mais no Mineirão.
site da Tupi Rio - www.tupirio.com.br
12:56
MORRE RADIALISTA CELSO GARCIA
O corpo de Celso de Paula Garcia está sendo velado na sala 3 da capela Santa Rita de Cássia, no cemitério de Inhaúma. O sepultamento está previsto para às quatro e meia da tarde. O locutor esportivo e professor universitário faleceu mais cedo, por conta de complicações cardíacas. Também conhecido como O Garoto do Placar, o rubro-negro Celso Garcia foi o responsável pelo descobrimento de Zico no futebol. O presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Márcio Braga, determinou luto oficial de três dias.
Haverá homenagem póstuma com um minuto de silêncio, antes da partida esta tarde do time carioca contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte. Celso Garcia trabalhou no departamento de esportes da Super Rádio Tupi, quando fez a cobertura da Copa do mundo de 1978. O Garoto do Placar deixa mulher e filho.
HOMENAGEM DO GAROTINHO JOSÉ CARLOS ARAÚJO
"Saudade do Celso Garcia. Mal desci em Belo Horizonte , ainda no aeroporto, o Pinheiro - chefe da segurança do Fla - me deu a notícia: o Celso Garcia morreu. Vocês não têm noção de como fiquei emocionalmente, com dificuldade para transmitir o jogo do Mineirão. Celso não foi apenas o padrinho do Zico. Foi ele quem me colocou no rádio esportivo ou melhor, quem convenceu o Waldir Amaral a me dar uma chance,começando como plantão esportivo. À ele a minha homenagem, e a certeza de que serei eternamente grato."
HOMENAGEM DO NOSSO BLOG
CELSO GARCIA FOI UM COMPETENTE NARRADOR ESPORTIVO NOS ANOS 60 E 70 . TRABALHOU EM MUITAS EMISSORAS DE RÁDIO COMO TUPI E GLOBO.
A MARCA 'O GAROTO DO PLACAR', SURGIU DE UM BORDÃO DO CELSO QUE NO MOMENTO DO GOL GRITAVA: "E AGORA VAI LÁ O GAROTO E MUDA O PLACAR DO MARACANÃ".
É QUE NESSA ÉPOCA OS GRANDES ESTÁDIOS AINDA NÃO POSSUÍAM OS PLACARES ELETRÔNICOS ERAM PLACAS DE MADEIRA COM OS NÚMEROS QUE PRECISAVAM SER TROCADAS NO MOMENTO DE UM GOL. E GERALMENTE O RESPONSÁVEL POR ISSO ERA UM MENINO. VIROU MARCA DO CELSO. ANOS MAIS TARDE A REVISTA PLACAR DA EDITORA ABRIL, DEU A CELSO UMA COLUNA ONDE ELE TRAZIA AS NOVIDADES DOS BASTIDORES COM ESSE NOME - GAROTO DO PLACAR.
NOS ANOS 80 NA RÁDIO GLOBO AO LADO DE KLÉBER LEITE, ÁUREO AMENO, AFONSO SOARES, WASHINGTON RODRIGUES, FRANCISCO HORTA, GÉRSON, SÉRGIO NORONHA, DOALCEI CAMARGO E OUTROS, CELSO INTEGROU A EQUIPE DO POLÊMICO PORGRAMA BOLA DE FOGO QUE ESCOLHIA OS MELHORES EM CAMPO E ANALISAVA COM MUITA IRREVERÊNCIA O QUE DE MAIS IMPORTANTE OCORRERU NO PRINCIPAL JOGO DA RODADA.
DEIXA MUITA SAUDADE E UMA LACUNA NO RÁDIO ESPORTIVO.
Nossa homenagem ao celso que deixou o plano terrestre no dia de hoje. Paz e Luz ao seu espírito e muito conforto aos seus familiares e amigos. . Valeu Celso!!!!!
sábado, 15 de novembro de 2008
Meu Baú de Lembranças

FOTO DE 1990 - TRANSAMÉRICA FM DE SALVADOR
PAULO GOMES E FRANCIS DIAS
NO PROGRAMA 'FIM DE TARDE' ONDE FAZÍAMOS OS
PERSONAGENS "JOSÉ FERNANDO" E "ESTÁCIO ALVARENGA".
O PROGRAMA E A EMISSORA CHEGARAM AO 1º LUGAR EM
AUDIÊNCIA E DEPOIS FOI APRESENTADO EM PORTUGAL
NA RÁDIO MIRAMAR FM DE LISBOA, REBATIZADO DE
'ALERTA GERAL'
CLIQUE NA FOTO PARA VÊ-LA AMPLIADA
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Nas Ondas do Rádio

DIA ÚTIL
O TALENTO DE NARDELE
PRO DIA NASCER FELIZ
Sou suspeito para falar pois só não somos irmãos de fato e de direito aqui na Terra, por algum erro ou capricho burocrático do Cartório Celestial, pois até o mesmo sobrenome temos. Mas além disso - e coisa muito mais importante - temos como dizia meu mestre Raul Seixas "a mesma metafísica". Irmãos Cósmicos e pronto!
Refiro-me a Nardele Gomes, brilhante jornalista e radialista que comanda de segunda a sexta de 06 as 07h. na METRÓPOLE FM 101,3 de Salvador http://www.radiometropole.com.br/ o programa DIA ÚTIL. Uma revista cultural que além das primeiras notícias e manchetes do dia, traz inteligentíssimos quadros como 'O Dia na História', 'Vã Filosofia', 'Telona' e muitos outros que abordam diferentes e importantes temas como saúde, cinema, música, literatura, ETC.
Tive o prazer de conhecê-la e de desfrutar de sua companhia e inteligência em 2005 na TRANSAMÉRICA FM quando dividíamos a apresentação dos programas 100% ESPORTE e GALERA GOL. A garota já era show de bola! Depois na Metrópole encontrou régua e compasso para deslanchar toda a sua capacidade recheada de cultura, sensibilidade e muita competência no falar e no escrever, dons que recebeu de seus pais Raimundo e Marlene, um poeta e uma professora. Desnecessário dizer que mistura melhor não poderia haver nessa receita de bolo...
Nardelita, como a chamo é uma das melhores coisas surgidas no carente rádio da Bahia, que muito em breve não terá como impedir o vôo natural dessa menina que merece outros horizontes e um céu de brigadeiro no infinito de possibilidades.
Confiram nos links abaixo duas matérias espetaculares que receberam o selo de qualidade da criação de Nardelita. Uma sobre o nosso ídolo comum Chico Buarque e outra sobre o efervescente maio de 1968, coincidentemente mês e ano que eu chegava a esse mundão véio e besta.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Feras do Rádio Esportivo

OSMAR SANTOS, O FURACÃO JOVEM DO RÁDIO ESPORTIVO
Em cada época, em cada área sempre aparecem os furacões, os revolucionários, os superdotados, os inventivos, os extraterrestres...No rádio - esse invento mágico - um dos cometas, um dos furacões que veio inovou, mexeu, revolucionou, modernizou, sacudiu, deu graça, trouxe ânimo foi OSMAR SANTOS!
O Pai-da-matéria, o Garotinho. Inventor de expressões e de bordões que deram ao rádio um colorido novo, gostoso às transmissões esportivas: “Thirulirolá-thiruliroli e queeeee goooooooooooool!!!!!!!... “É fogo no boné do Guarda!”, “O garotinho pisou no tomate”... “Esse cara é um Animaaaaaal” “Ripa na Chulipa, pimba na gorduchinha!”
São algumas das muitas expressões geniais desse monstro que produzia por segundo, mais palavras do que as mais modernas metralhadoras cospem balas.Ritmo forte dinâmico harmônico de frases construídas com ritmo e poesia. Com tom de carinho e amor ao futebol. Osmar sabia, tinha a consciência do que dava certo. Do que o torcedor gostava, do que o ouvinte queria. Desde a trilha musical, a escolha do repórter, do comentarista, da vinheta certa.Tinha o olho clínico e a intuição perfeita para escolher o melhor e colocar no ar a peça de arte. Artista do Rádio! Microfone de Ouro! Arrisco dizer, que nunca mais aparecerá alguém com o talento, o carisma, a criatividade e a competência de Osmar Santos.
O cara que com sensibilidade política não só abraçou a causa da redemocratização do país como deu a sua garganta para ser A Voz das Diretas Já, comandando os comícios que reuniam centenas de milhares de brasileiros que gritavam nas praças e ruas por democracia, liberdade e justiça. Um comunicador com a consciência de seu papel de pessoa pública e de formador de opinião. Um cidadão!
São algumas das muitas expressões geniais desse monstro que produzia por segundo, mais palavras do que as mais modernas metralhadoras cospem balas.Ritmo forte dinâmico harmônico de frases construídas com ritmo e poesia. Com tom de carinho e amor ao futebol. Osmar sabia, tinha a consciência do que dava certo. Do que o torcedor gostava, do que o ouvinte queria. Desde a trilha musical, a escolha do repórter, do comentarista, da vinheta certa.Tinha o olho clínico e a intuição perfeita para escolher o melhor e colocar no ar a peça de arte. Artista do Rádio! Microfone de Ouro! Arrisco dizer, que nunca mais aparecerá alguém com o talento, o carisma, a criatividade e a competência de Osmar Santos.
O cara que com sensibilidade política não só abraçou a causa da redemocratização do país como deu a sua garganta para ser A Voz das Diretas Já, comandando os comícios que reuniam centenas de milhares de brasileiros que gritavam nas praças e ruas por democracia, liberdade e justiça. Um comunicador com a consciência de seu papel de pessoa pública e de formador de opinião. Um cidadão!
O Osmar do ‘Balancê’, do Faustão, do Juarez Soares, do Tatá e do Escova, da Lucimara Parisi, do futebol show, dos irmãos Oscar e Odinei, do Cléber Machado, do Paulo Soares, do Henrique Guilherme e do Márcio Bernardes, do Loureiro Jr., do Paulo Morsa, do Osvaldo Maciel e do Reinaldo Costa.Da Jovem Pan e da Globo. Do Morumbi lotado, da Fiel Torcida e do fanáticos verdes do seu Palmeiras, do Peixe, do golaço do tricolor Raí de falta contra o Barcelona.
Osmar de Marília, de São Paulo, do Brasil, do Mundo, do Planeta, das Galáxias, do talento Extraterrestre!
Obrigado Garotinho!
O Rádio não seria o mesmo se você não tivesse nascido!
CLIQUE NO LINK ABAIXO E OUÇA A NARRAÇÃO HISTÓRICA DE OSMAR SANTOS DO GOL DE BASÍLIO NO JOGO CORINTHIANS X PONTE PRETA FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA DE 1977, PARTIDA QUE QEBROU O JEJUM DE 23 ANOS SEM TÍTULO DO TIMÃO
PARA SABER MAIS SOBRE OSMAR SANTOS E OUTROS GRANDES NOMES DO ESPORTE NO RÁDIO, CONHEÇAM A COMUNIDADE QUE CRIAMOS NO ORKUT
AS FERAS DO RÁDIO ESPORTIVO -
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domingo, 26 de outubro de 2008
Homenagem - 'Perdidos na Noite' Tatá e Escova

MATÉRIA "VINDA DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO" - 1986
Adivinhe qual é o programa de televisão do tempo em que "dar um tapa na perereca era apenas agredir um anfíbio" ?... Para quem costuma puxar um comando da madrugada no fim de semana, está fácil: trata-se do Perdidos na Noite apresentado por Fausto Silva, no ar todo sábado pela TV Bandeirantes, a partir das 22h, e que em sua próxima edição está mais hilário que nunca.
Faustão se garantiu, na TV graças à maneira debochada de falar do próprio canal (''Por que vocês não mudam pra Globo? Lá está passando o filme Tootsie, é mole?"), ao escracho bem produzido por Lucimara Parisi e uma equipe de quase 20 pessoas, às imitações da dupla Tatá e Escova, e a um incalculável repertório das mais variadas abobrinhas. Juntando a tudo isso participações de bandas de rock, pagodeiros e aspirantes a misses de clube, o resultado é uma estimulante vitamina de três horas. E não só para os insones ou sem-programa de um "sabadão", como para a platéia que sempre lota o Teatro Zaccaro, em São Paulo, onde o Perdidos é gravado toda terça-feira.Uma platéia, aliás, quase toda de garotões de folia paulistana, empunhando cartazes, perucas coloridas e insólitos absorventes aderentes à camiseta, à testa, ao chapéu...
Faustão puxa aplausos, gargalhadas e eventualmente algumas vaias (quando pede para a sonoplastia puxar um baladão mais brega) e dispara agradecimentos pela audiência a uma relação de nomes entre a ficção e a realidade - de Luiz Ignácio Lula da Silva à dupla caipira Tadeu e Tadando.Nas atrações musicais deste sábado, um bom pedaço do Brasil: A banda Gueto lança seu primeiro LP pela gravadora que Fausto chama de ''Warner Brothers Picaretation", e aproveita para perguntar ao baterista se, na sua profissão, é melhor usar desodorante antes ou depois do show. Em seguida, entra o grupo de forró de Mosquitinho, apresentado como "um baiano que mora em Curitiba'' e o público canta junto o Dona-Joana-sua filha-quer-me-dar-ôi.
Tatá e Escova imitam Roberto e Erasmo Carlos para a entrada de Wanderlea e grupo - ela toda em peles da cintura pra cima e do joelho pra baixo - seguida do brega Gilberto Lemos. Fechando a noite, um show de Bezerra da Silva, que na entrevista já avisa não acreditar em eleições diretas.Só me preocupo com o meu futuro - golpeia Bezerra, aplaudidíssimo. Não que ele esteja solitário em suas posições políticas. Durante todo o programa, passeia pelo palco uma tartaruga com uma etiqueta escrito Constituinte. Tatá e Escova voltam à cena para que "Paulo Henrique Tamborim" (um terrível clone do comentarista econômico da Globo) entreviste o ministro "Brecha", que só consegue rir da crise. Sem contar outras engraçadíssimas agulhadas da dupla do Perdidos, no quadro "A brega e o chique" (onde Marília Brega diz "eu ainda confio em você, você tem amígdalas?") e nas imitações de Lula, Ulysses Guimarães, Jânio Quadros, Brizola, Fagner, Clodovil (pergunta: "Oh, Clô, com o preço do tecido, você anda levando muito metro pra casa?") e as globais Sandra Passarinho e Leila Cordeiro, num duo de dons de bichos. Quadro fixo no programa, o Acredite se Quiser faz propaganda do tratamento capilar que transforma carecas em galãs.
E o momento de arte leva, desta vez, as esculturas de Calabrone para o Perdidos, por onde já passaram os pichadores do grupo Tupi Não Dá e Ivald Granato. Mas sensação mesmo fazem as coxas e traseiros das candidatas ao Concurso Senhorita São Paulo, já em sua terceira eliminatória uma exposição de carne que deixa até a produção do programa impressionada.
Confira na câmera, e só lamente do que os atores de peça Pacto Erótico, em cartaz no sombrio Teatro das Nações, não tenham chegado a tempo para o número filial de Strip-tease.
Melhor é ficar com a imitação de Dom Paulo Evaristo Arns, por Tatá e Escova, quando o cardeal conta que recebeu uma confissão que não entendia bem: "Padre, faz um ano que eu comunguei"...
Faustão se garantiu, na TV graças à maneira debochada de falar do próprio canal (''Por que vocês não mudam pra Globo? Lá está passando o filme Tootsie, é mole?"), ao escracho bem produzido por Lucimara Parisi e uma equipe de quase 20 pessoas, às imitações da dupla Tatá e Escova, e a um incalculável repertório das mais variadas abobrinhas. Juntando a tudo isso participações de bandas de rock, pagodeiros e aspirantes a misses de clube, o resultado é uma estimulante vitamina de três horas. E não só para os insones ou sem-programa de um "sabadão", como para a platéia que sempre lota o Teatro Zaccaro, em São Paulo, onde o Perdidos é gravado toda terça-feira.Uma platéia, aliás, quase toda de garotões de folia paulistana, empunhando cartazes, perucas coloridas e insólitos absorventes aderentes à camiseta, à testa, ao chapéu...
Faustão puxa aplausos, gargalhadas e eventualmente algumas vaias (quando pede para a sonoplastia puxar um baladão mais brega) e dispara agradecimentos pela audiência a uma relação de nomes entre a ficção e a realidade - de Luiz Ignácio Lula da Silva à dupla caipira Tadeu e Tadando.Nas atrações musicais deste sábado, um bom pedaço do Brasil: A banda Gueto lança seu primeiro LP pela gravadora que Fausto chama de ''Warner Brothers Picaretation", e aproveita para perguntar ao baterista se, na sua profissão, é melhor usar desodorante antes ou depois do show. Em seguida, entra o grupo de forró de Mosquitinho, apresentado como "um baiano que mora em Curitiba'' e o público canta junto o Dona-Joana-sua filha-quer-me-dar-ôi.
Tatá e Escova imitam Roberto e Erasmo Carlos para a entrada de Wanderlea e grupo - ela toda em peles da cintura pra cima e do joelho pra baixo - seguida do brega Gilberto Lemos. Fechando a noite, um show de Bezerra da Silva, que na entrevista já avisa não acreditar em eleições diretas.Só me preocupo com o meu futuro - golpeia Bezerra, aplaudidíssimo. Não que ele esteja solitário em suas posições políticas. Durante todo o programa, passeia pelo palco uma tartaruga com uma etiqueta escrito Constituinte. Tatá e Escova voltam à cena para que "Paulo Henrique Tamborim" (um terrível clone do comentarista econômico da Globo) entreviste o ministro "Brecha", que só consegue rir da crise. Sem contar outras engraçadíssimas agulhadas da dupla do Perdidos, no quadro "A brega e o chique" (onde Marília Brega diz "eu ainda confio em você, você tem amígdalas?") e nas imitações de Lula, Ulysses Guimarães, Jânio Quadros, Brizola, Fagner, Clodovil (pergunta: "Oh, Clô, com o preço do tecido, você anda levando muito metro pra casa?") e as globais Sandra Passarinho e Leila Cordeiro, num duo de dons de bichos. Quadro fixo no programa, o Acredite se Quiser faz propaganda do tratamento capilar que transforma carecas em galãs.
E o momento de arte leva, desta vez, as esculturas de Calabrone para o Perdidos, por onde já passaram os pichadores do grupo Tupi Não Dá e Ivald Granato. Mas sensação mesmo fazem as coxas e traseiros das candidatas ao Concurso Senhorita São Paulo, já em sua terceira eliminatória uma exposição de carne que deixa até a produção do programa impressionada.
Confira na câmera, e só lamente do que os atores de peça Pacto Erótico, em cartaz no sombrio Teatro das Nações, não tenham chegado a tempo para o número filial de Strip-tease.
Melhor é ficar com a imitação de Dom Paulo Evaristo Arns, por Tatá e Escova, quando o cardeal conta que recebeu uma confissão que não entendia bem: "Padre, faz um ano que eu comunguei"...
ASSISTA ALGUNS TRECHOS DO HISTÓRICO
PROGRAMA:
(SHOW DE IMITAÇÕES DE TATÁ E ESCOVA)
ABERTURA E ENTREVISTA COM UM ARTISTA DO POVO
GRETCHEN NO 'PERDIDOS'

O MAIOR GÊNIO DA IMITAÇÃO!
Por Paulo Gomes
Em toda atividade , em toda profissão, em toda função, existe a figura do Mestre, aquele que se torna referência, ponto de partida.
No humor brasileiro temos os mestres da piada (Costinha Ary, Toledo, Zé Vasconcelos), os da comédia pastelão (Oscarito, Grande Otelo, Ronald Golias), da caracterização e criação de tipos o inigualável Chico Anysio.
Mas na categoria imitador, também temos um que se diferencia de todos, por ter sido o primeiro e sem dúvida o mais completo.
Pela técnica até mediúnica, extraterrestre de fazer o maior número de vozes diferentes com muita inteligência, deboche e sobretudo perfeição...
Quer um religioso? Um cantor ? Um personagem do cinema ?
Pode ser o rabino Henry Sobel, João Gilberto, Zé do Caixão?...
E que tal alguns de desenho animado para a criançada? : Manda Chuva, Batatinha, Fred e Barney, Bob Pai e Boby Filho, Os Jetsons. Figuras do rádio? Zé Bétio, Gil Gomes, Fiori Gigliotti e José Silvério. E figurões da política ? Paulo Maluf, Jânio Quadros... Representantes do jornalismo Paulo Francis, Sérgio Chapelin, Paulo Henrique Amorim... Do próprio humor Professor Raimundo. E aquela inesquecível jurada de programa de calouro? Aracy de Almeida... Que saudade do trapalhão Zacarias...
Pois bem, somente um humorista, um imitador de grande capacidade, que extrapola a esfera do talento e passa a ter características mediúnicas pode como se fosse uma antena potente captar e reproduzir vozes, semblantes e trejeitos de tantos personagens diferentes.
Esse Gênio da imitação tem nome composto triplo e apelido embutido entre eles: Carlos Roberto Isaías, o ‘Escova’.
Sim, o cara que ao lado do grande parceiro Tatá, o Nelson Tatá Alexandre brilhou no Show de Rádio, no Balancê e no Perdidos na Noite!Como eram gostosas aquelas noites de sábado nos anos 80.
Tatá e Escova reproduziam aquilo que se chama de 'perfeito casamento artístico": O gordo e o magro, Oscarito-Othelo, Pelé e Coutinho, Roberto e Erasmo, Vinicius-Toquinho.
A graça e o deboche. A técnica e o carisma. O menino e o moleque!
O País passava por momentos de muita dificuldade e precisava de muito humor e de piada inteligente para ajudar o povo a se divertir e a refletir ao mesmo tempo. E aí entrava o gênio do Escova. O Mestre de Serginho Leite, de João Kleber, da turma do Café com Bobagem e do pessoal do Pânico que na época ainda eram fraldinhas...
Técnica, molecagem, consciência, informação e muita, muita graça...
Sai Capeta!!! Que o Seu Zé do Bicho, pede passagem...
Ele ainda tem muito que fazer para ver estampado nos rostos dos brasileiros, um largo e gostoso sorriso.
Com a técnica, com o talento extraordinário esse cara legal, esse artista nota MIL vai de novo percorrer o Brasil e de ponta a ponta ir aonde o povo estar para fazê-lo, um pouco menos sofrido, aliás, muito, muito mais feliz!!!!!!
Este é um artista brasileiro de primeiríssima GRANDEZA:
CARLOS ROBERTO ESCOVA!!!
SONHO REALIZADO: ENTREVISTEI O MEU ÍDOLO ESCOVA!
Tive o prazer de realizar um sonho. O de falar para o meu ídolo aquilo que sempre desejei. Primeiro de agradecer por tantas e tantas gargalhadas que ele me proporcionou e pela influência direta na minha opção de tentar fazer no rádio, na minha profissão aquilo que com a maestria de um craque ele sempre fez.
Fiz as perguntas que sempre desejei e expressei a ele a minha grande admiração pelo seu trabalho. Isso graças a obstinação de um amigo que fiz aqui pela internet na comunidade que criei para homenagear os grandes mestres do riso, a GÊNIOS DO HUMOR.
Um rapaz chamado Felipe Martinelli, jovem paulista estudante de comunicação, muito inteligente e dedicado começou a desenvolver um trabalho de pesquisa sobre o rádio e a TV nos anos 80 e ficou no eixo: ‘Balancê’ e ‘Perdidos na Noite’ programas de rádio e TV que sacudiram o Brasil com Osmar Santos, Juarez Soares, Faustão e a na minha visão os dois principais responsáveis por toda aquela explosão de criatividade e irreverência, a maior dupla de imitadores do humor brasileiro em todos os tempos: Tatá e Escova.
O Felipe conseguiu entrevistar muitos desses personagens como a produtora Lucimara Parisi, o apresentador Juarez Soares e o que chamo de "as jóias da coroa" Tatá e Escova!
Para a entrevista com o Escova (Foto 03) , o intrépido Felipe montou uma engenharia admirável. Armou uma espécie de entrevista ao vivo com auditório como nos bons tempos do Balancê e do "Perdidos na Noite". Com o apoio e logística da simpática Família Lenharo da cidade de Ourinhos onde atualmente mora e trabalha o Carlos Roberto Escova.
O Felipe nos colocou na conexão via Skype. Resultado da brincadeira?... Quase quatro horas de um papo maravilhoso e divertidíssimo que vocês podem ter o privilégio de ouvir baixando o áudio no link que colocaremos abaixo.
Foi um bombardeio dessa verdadeira máquina de reproduzir vozes e tipos. Escova nos presenteou com uma aula sobre o humor. Teorizando e fazendo os tipos na prática com imitações impagáveis e perfeitas e de uma linha de humor inteligente que faz as pessoas pensarem, como aliás bem destaca nessa palestra que foi esse encontro inesquecível.
Ouçam é só o que peço.
ESCOVA EM AÇÃO NO PERDIDOS! IMPERDÍVEL:
http://www.youtube.com/watch?v=4ERqkFeg3Pc&feature=related
Simplesmente coisa de Gênio!
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