Admiro muito a inteligência e a coragem de Gabriel, o Pensador.
Abaixo o mais novo "tijolaço" do poeta e contestador carioca. E logo abaixo um poema da nossa autoria da Década de 80 que ia mais ou menos na mesma linha. Chama-se PASSANDO À LIMPO (RAIO-X) e faz parte do livro HECATOMBE, A DIMENSÃO ESPATIFADA. Confiram...
PASSANDO À LIMPO (RAIO-X)
Eu não tenho estrutura
pra aguentar essa loucura
é uma bomba que explode
lá dentro do avião,
é arrocho no salário,
Greve Geral, “Plano Econômico
Ladrão”
o poder apodrecendo
e os homens se matando
“homem nada, isso é rato” ...
o que é que tá acontecendo?
é estupro e violência,
acabou a educação,
burro se multiplicando
o que será dessa nação?
um garoto cheira cola
transbordando ilusão
vai pra rua,
não tem casa, nem escola
o que é o cidadão?
é um cara massacrado,
sem defesa,
é um peão,
é o adolescente aprendiz...
... aprendiz de marginal
que aprende a atacar,
antes de virar a presa,
o ataque é sua defesa
acredite com certeza ...
é a Máfia reunida
“armada até os dentes”
exterminando a existência
de toda uma geração
é o camponês que vira nômade
não tem terra,
não tem grão
tem é fome e desespero
estampadas no seu rosto
- dor e ódio na razão –
é o sexo industrializado
vendido e divulgado
violentado lá no fundo
todo dia é deturpado
produto da mentira
na verdade é estuprado
são as seitas e costumes
e lavagens cerebrais
pobre homem infeliz
- o seu corpo é quem diz –
a “burrocracia” é um monstro
parceira do judiciário
êta duplazinha tenebrosa
monstruosa e desgraçada
o poder é ordinário,
a felicidade é saudosa ...
Paulo Gomes, 1987
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sábado, 20 de novembro de 2010
OUTRA BELA PANCADA DO PENSADOR!
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
O Pop Rock do Brasil
## ¨¨¨%% &*
UMA DÉCADA
EM 50 MINUTOS
Amigos, demorou mas consegui. Não foi nada fácil. Primeiro catalogar, depois baixar, organizar, editar e mixar. Foram quase 200 músicas. As mais representativas da década de 80 no chamado pop rock nacional. Tentei contar sobre elas, pinçando pequenos trechos e montando um supermedley. Abaixo reproduzo um texto que publiquei aqui mesmo no nosso blog em 06 de novembro do ano passado. E mais abaixo ainda, a peça sonora que demorou quase três semanas para ser feita. Espero que gostem!
HEI ANOS 80...
por Paulo Gomes
Foi uma década de ouro para o pop rock brasileiro. Os Anos 80 deixaram muitas saudades. Tempo riquíssimo em termos de música jovem. Além das feras já consagradas como Raul Seixas, Erasmo Carlos, Rita Lee, Tim Maia, Baby e Pepeu, A Cor do Som, As Frenéticas, surgiram outras como Lobão, Marina, Léo Jaime, Fausto Fawcett e Lulu Santos.
E mais uma penca de bandas que pipocavam de vários cantos do país. Aconteceu até um megaevento, a 1ª edição do Rock in Rio em 1985 dando palco, holofotes e visibilidade a muitas bandas de qualidade. Cada uma com o seu estilo, com a sua pegada própria.
Da Bahia o Camisa de Vênus com sua postura ácida, letras fortes, contundentes, polêmicas, metendo o dedo na ferida inclusive do próprio show busines. Assim como a maior fonte de inspiração do grupo, o Pai do Rock brasileiro - e também baiano da gema Raul Seixas - o Camisa não esteve presente por vontade própria, e claro, dos organizadores, no grande acontecimento da Cidade do Rock.
Do Rio de Janeiro surgiram a teatral Blitz e a linguagem carioca agradável do Barão Vermelho, além da suavidade do Kid Abelha e os Abóboras Selvagens.
De São Paulo a bem humorada Ultraje a Rigor e a supercriativa e eclética Titãs. Brasília surpreendeu a todos ao revelar de uma só tacada Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Plebe Rude e Legião Urbana. Tinha grupo para todos os gostos.
O cardápio variado ainda oferecia atrações como Magazine do caricato Kid Vinil, RPM, Heróis da Resistência, Rádio Táxi, Zero, Engenheiros do Havaí, Ira! e o punk metal do paulistano Ratos de Porão do João Gordo hoje estrela do casting da MTV, coisa antes, inimaginável.
Quando relembramos tudo isso, constatamos tristes, de como empobreceu a cena musical e cultural no Brasil.
Para matar saudades, vamos aqui na nossa enquete fazer você apontar as três bandas dessa época que mais gostava e que continua gostando, pois para a música, os efeitos do tempo - esse devastador muitas vezes cruel e canalha - não existem. Votem e para relembrar essa época legal, coloquem no MP3 ou MP4 ou na velha e boa vitrola rodadora de bolachões de vinis - que estão de novo na moda - bem alto, o bom som dessa turma que fez história...
sábado, 12 de dezembro de 2009
Música - O REI DE CALCINHA PRETA?...

**********
Transcerevo aqui na íntegra o comentário feito pelo meu fraternal amigo Marcos Niemeyer no seu excelente Blog - CACAREJADAS e EJACULADAS - www.cacarejadavirtual.blogspot.com sobre uma possível participação da Banda Calcinha Preta no Especial de fim de Ano do Rei Roberto Carlos.
Assino embaixo em tudo o que ele diz. Acompanhem...
Especial do Rei Roberto tem conotações apelativas
É com absoluta indignação que voltamos a falar neste espaço sobre o caos em que se encontra a música brasileira. E, pasmem! O exemplo mais recente vem de ninguém menos que o Rei Roberto Carlos.
Figura respeitável, carismática e de eternas românticas canções, sua majestade - que acaba de adiar a gravação do especial de Natal no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, por conta de problemas de saúde - teria como participante no evento, entre outros convidados de qualidade questionável, uma tal banda que late no escutador de novela do povão iletrado por nome de "calcinha preta" (é para ser escrito com letra minúscula mesmo, em função do grau de inexpressividade que essa coisa representa no verdadeiro cenário musical).
Não se sabe de onde partiu tão infeliz idéia de colocar lado a lado opostos do que seria algo teoricamente agradável na tela da TV, já descaradamente massacrada com sua programação tosca e indigesta. Desconfia-se, porém, que seja mesmo algo arquitetado pela mafiosa Rede Globo - responsável pela produção e apresentação do mega evento.
Rei Roberto deveria ter - diante de seu poder absoluto - argumentos convincentes para evitar a participação desses convidados perniciosos em seus espetáculos. Afinal, como ele sempre exige que tudo seja da "cor azul", por quê abrir mão diante de algo reconhecidamente descartável?
Exemplos idênticos não devem ser seguidos por alguns poucos artistas que ainda fazem o diferencial na MPB. A música brasileira está na "UTI" e algo precisa ser feito com urgência para que as futuras gerações possam perpetuar nosso cancioneiro como algo histórico e de grandes proporções.
Chega de tanta gritaria e armações ilimitadas travestidas de canções para enganar o povo. Nossos tímpanos não são penicos e nossa paciência tem limite diante do bombardeio anti-cultural imposto pela mídia.
Figura respeitável, carismática e de eternas românticas canções, sua majestade - que acaba de adiar a gravação do especial de Natal no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, por conta de problemas de saúde - teria como participante no evento, entre outros convidados de qualidade questionável, uma tal banda que late no escutador de novela do povão iletrado por nome de "calcinha preta" (é para ser escrito com letra minúscula mesmo, em função do grau de inexpressividade que essa coisa representa no verdadeiro cenário musical).
Não se sabe de onde partiu tão infeliz idéia de colocar lado a lado opostos do que seria algo teoricamente agradável na tela da TV, já descaradamente massacrada com sua programação tosca e indigesta. Desconfia-se, porém, que seja mesmo algo arquitetado pela mafiosa Rede Globo - responsável pela produção e apresentação do mega evento.
Rei Roberto deveria ter - diante de seu poder absoluto - argumentos convincentes para evitar a participação desses convidados perniciosos em seus espetáculos. Afinal, como ele sempre exige que tudo seja da "cor azul", por quê abrir mão diante de algo reconhecidamente descartável?
Exemplos idênticos não devem ser seguidos por alguns poucos artistas que ainda fazem o diferencial na MPB. A música brasileira está na "UTI" e algo precisa ser feito com urgência para que as futuras gerações possam perpetuar nosso cancioneiro como algo histórico e de grandes proporções.
Chega de tanta gritaria e armações ilimitadas travestidas de canções para enganar o povo. Nossos tímpanos não são penicos e nossa paciência tem limite diante do bombardeio anti-cultural imposto pela mídia.
Marcos Niemeyer, cinquentão, é radialista dos bons, grande conhecedor de música, mineiro de nascimento e "matuto" por opção.
domingo, 19 de julho de 2009
Pescando na Rede - Folhaonline

19/07/2009 - 09h08
Cineasta Ivan Cardoso abre baú com imagens de Raul Seixas
MARCUS PRETO da Folha de S.Paulo
Se tudo tivesse acontecido conforme o planejado, seria Raul Seixas --e não Leo Jaime, como foi-- o protagonista do filme "As Sete Vampiras" (1986), maior sucesso de público do cineasta Ivan Cardoso, 56.
Desde 1977, quando se conheceram nos corredores da então recém-inaugurada Warner, Ivan tem o que chama de "fixação" por Raul. Na ocasião, ambos estavam contratados pela gravadora --um para fotografar as capas dos LPs (veja quadro), outro como uma das principais estrelas do cast.
Ficaram amigos. E é dessa relação que vêm agora as 30 fotos da exposição "O Prisioneiro do Rock", programada para estrear em 21 de agosto --aniversário de 20 anos de morte de Raul--, no Museu AfroBrasil.
Nenhuma dessas fotos, vale avisar, é resultado de uma sessão oficial da gravadora, tampouco virou capa de álbuns do artista. Todas foram feitas em sessões fotográficas informais, regadas a álcool e loucura.
Nenhuma dessas fotos, vale avisar, é resultado de uma sessão oficial da gravadora, tampouco virou capa de álbuns do artista. Todas foram feitas em sessões fotográficas informais, regadas a álcool e loucura.
"Tive ali um passaporte qualquer com ele, porque era estranho um cara se deixar fotografar daquela maneira", diz Ivan, referindo-se principalmente às fotos feitas no Parque da Chacrinha, em Copacabana, nas quais Raul vestia só uma cueca.
Segundo a memória do fotógrafo, Raul levou bebida, um cachorro e uma boa quantidade de roupas. "Entre uma troca e outra, ficou só de cueca e eu tirei as fotos. Ele achou a maior graça. Tanto que, quando voltamos para o apartamento dele, repetiu o striptease."
Raul gostava de posar para fotos, principalmente se pudesse encarnar, com todas as caras e bocas imagináveis, o personagem-clichê do astro do rock. Foi por isso que, quando começou a trabalhar no roteiro do longa "As Sete Vampiras", Ivan escreveu um papel nesses moldes especialmente para o cantor interpretar.
"Quando fiz o convite, Raul ficou eufórico. Era sua chance de se tornar o que sempre sonhou ser: um ator de cinema", lembra o diretor. "Mas, quando voltamos a falar do assunto, a conversa não rolou. Ele estava numa fase pesada com as drogas, faltava aos shows, não conseguia assumir nenhum compromisso. Logo senti que as filmagens virariam um pesadelo."Sorte de Leo Jaime.
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
TRILHA SONORA DA CRISE - RADIOLA DO BLOG

"COMO UMA LUVA"...
"Nunca na história desse país, uma música retratou com tanta fidelidade um momento como essa antológica "Cambalache".
Tango do argentino Ernesto Santos Discépolo que teve uma versão escrita magistralmente por Dom Raulzito -
"Nunca na história desse país, uma música retratou com tanta fidelidade um momento como essa antológica "Cambalache".
Tango do argentino Ernesto Santos Discépolo que teve uma versão escrita magistralmente por Dom Raulzito -
Raul Seixas - em 1987 no seu álbum
Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!
É profética e premonitória, que o diga a sujeira de Seu Sarney e seus coleguinhas do Senado...
Vejam o vídeo, ouçam com atenção a música e acompanhem a letra...
Cambalache
Enrique Santos DiscépoloVersão: Raul Seixas
Que o mundo foi e será uma porcaria eu já sei
em 506 e em 2000 também
que sempre houve ladrões, maquiavélicos e safados
contentes e frustrados, valores, confusão
mas que o Século XX é uma praga de maldade e lixo
já não há quem negue
vivemos atolados na lameira
e no mesmo lodo todos manuseados
Hoje em dia dá no mesmo ser direito que traidor
ignorante, sábio, besta, pretensioso, afanador
tudo é igual, nada é melhor
é o mesmo um burro que um bom professor
sem diferir, é sim senhor
tanto no norte ou como no sul
se um vive na impostura e outro afana em sua ambição
dá no mesmo que seja padre, carvoeiro, rei de paus cara dura ou senador
que falta de respeito, que afronta pra razão
qualquer um é senhor, qualquer um é ladrão
misturam-se Beethoven, Ringo Star e Napoleão
Pio IX e D.João, John Lennon e San Martin...
Igual como na frente da vitrine,
esses bagunceiros se misturam à vida
feridos por um sabre já sem ponta
por chorar a bíblia junto ao aquecedor
Século XX "cambalache", problemático e febril
o que não chora não mama
quem não rouba é um imbecil
Já não dá mais, força que dá...
que lá no inferno nos vamos encontrar
não penses mais, senta-te ao lado
que a ninguém mais importa se nasceste honrado
se é o mesmo que trabalha noite e dia como um boi
se é o que vive na fartura, se é o que mata,
se é o que cura ou mesmo um fora-da-lei...
É profética e premonitória, que o diga a sujeira de Seu Sarney e seus coleguinhas do Senado...
Vejam o vídeo, ouçam com atenção a música e acompanhem a letra...
Cambalache
Enrique Santos DiscépoloVersão: Raul Seixas
Que o mundo foi e será uma porcaria eu já sei
em 506 e em 2000 também
que sempre houve ladrões, maquiavélicos e safados
contentes e frustrados, valores, confusão
mas que o Século XX é uma praga de maldade e lixo
já não há quem negue
vivemos atolados na lameira
e no mesmo lodo todos manuseados
Hoje em dia dá no mesmo ser direito que traidor
ignorante, sábio, besta, pretensioso, afanador
tudo é igual, nada é melhor
é o mesmo um burro que um bom professor
sem diferir, é sim senhor
tanto no norte ou como no sul
se um vive na impostura e outro afana em sua ambição
dá no mesmo que seja padre, carvoeiro, rei de paus cara dura ou senador
que falta de respeito, que afronta pra razão
qualquer um é senhor, qualquer um é ladrão
misturam-se Beethoven, Ringo Star e Napoleão
Pio IX e D.João, John Lennon e San Martin...
Igual como na frente da vitrine,
esses bagunceiros se misturam à vida
feridos por um sabre já sem ponta
por chorar a bíblia junto ao aquecedor
Século XX "cambalache", problemático e febril
o que não chora não mama
quem não rouba é um imbecil
Já não dá mais, força que dá...
que lá no inferno nos vamos encontrar
não penses mais, senta-te ao lado
que a ninguém mais importa se nasceste honrado
se é o mesmo que trabalha noite e dia como um boi
se é o que vive na fartura, se é o que mata,
se é o que cura ou mesmo um fora-da-lei...
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terça-feira, 26 de maio de 2009
CLIPE - QUALIDADE DE VIDA
EDDY LUEM
O clipe abaixo é da música QUALIDADE DE VIDA de Eddy Luen. Cantor e radialista de grande talento. Meu grande amigo e colega . Estivemos juntos na Transamérica FM de Salvador, fizemos juntos o curso de radialismo em 1992 quando já atuávamos no rádio da capital baiana.
Assim como eu, o Eddy é geminiano (ele do dia 30 de maio, eu do dia 29) e um grande imitador, assim como esse amigo de vocês.Demos grandes gargalhadas ao imitarmos alguns colegas nossos do curso especialmente uma figuraça que virou nossa "vítima" e personagem principal o Hélio Peres, ou "Helío Pegues" (pois tinha a língua presa).
O Eddy sempre teve uma grande paixão pela música (grande fã e cover do Tim Maia). Me espantei com a beleza do clipe e com a força da letra dessa música que passo para vocês.'Qualidade de Vida' é o nome da música que resume bem o desabafo e o anseio de quem vive nessa paranóia dos dias atuais. Grande Eddy Luem, ARTISTA COM 'A' MAIÚSCULO!!!
EDDY LUEM
O clipe abaixo é da música QUALIDADE DE VIDA de Eddy Luen. Cantor e radialista de grande talento. Meu grande amigo e colega . Estivemos juntos na Transamérica FM de Salvador, fizemos juntos o curso de radialismo em 1992 quando já atuávamos no rádio da capital baiana.
Assim como eu, o Eddy é geminiano (ele do dia 30 de maio, eu do dia 29) e um grande imitador, assim como esse amigo de vocês.Demos grandes gargalhadas ao imitarmos alguns colegas nossos do curso especialmente uma figuraça que virou nossa "vítima" e personagem principal o Hélio Peres, ou "Helío Pegues" (pois tinha a língua presa).
O Eddy sempre teve uma grande paixão pela música (grande fã e cover do Tim Maia). Me espantei com a beleza do clipe e com a força da letra dessa música que passo para vocês.'Qualidade de Vida' é o nome da música que resume bem o desabafo e o anseio de quem vive nessa paranóia dos dias atuais. Grande Eddy Luem, ARTISTA COM 'A' MAIÚSCULO!!!
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sábado, 11 de abril de 2009
Feras do Rock
Camisa de Vênus
ORIGEM : SALVADOR, BA
ÉPOCA : INÍCIO DOS ANOS 80
FORMAÇÃO : Marcelo Nova (VOCAL)
GUSTAVO MÜLLEN ( SOLO GUITARRA )KARL HUMMEL BASE ( GUITARRA )
ROBÉRIO SANTANA ( Baixo) ALDO MACHADO BATERIA ()
Albuns GRAVADOS:1982 - Controle Total [1] ( Compacto )
1983 - Camisa de Vênus [2]
1984 - Batalhões de Estranhos
1986 - Viva - Ao Vivo
1986 - Correndo o Risco
1987 - Duplo Sentido
1988 - Liberou Geral
De 1990 - Bota pra Fude
1995 - Plugado ! (Ao vivo)
1996 - Quem E você?
GRANDES SUCESSOS : "Primo Zé " , "EU NÃO Matei Joana D'Arc ",
"O Adventista "," Bete Morreu " , "cidade Gothan "," Silvia " ,
HOJE "" CHAMBORD Sinca ", "DEUS ME DE GRANA "," Assim " O FIM ,
" Muita Estrela, Pouca Constelação "
ORIGEM : SALVADOR, BA
ÉPOCA : INÍCIO DOS ANOS 80
FORMAÇÃO : Marcelo Nova (VOCAL)
GUSTAVO MÜLLEN ( SOLO GUITARRA )KARL HUMMEL BASE ( GUITARRA )
ROBÉRIO SANTANA ( Baixo) ALDO MACHADO BATERIA ()
Albuns GRAVADOS:1982 - Controle Total [1] ( Compacto )
1983 - Camisa de Vênus [2]
1984 - Batalhões de Estranhos
1986 - Viva - Ao Vivo
1986 - Correndo o Risco
1987 - Duplo Sentido
1988 - Liberou Geral
De 1990 - Bota pra Fude
1995 - Plugado ! (Ao vivo)
1996 - Quem E você?
GRANDES SUCESSOS : "Primo Zé " , "EU NÃO Matei Joana D'Arc ",
"O Adventista "," Bete Morreu " , "cidade Gothan "," Silvia " ,
HOJE "" CHAMBORD Sinca ", "DEUS ME DE GRANA "," Assim " O FIM ,
" Muita Estrela, Pouca Constelação "
quarta-feira, 8 de abril de 2009
FRASES
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sexta-feira, 27 de março de 2009
Do Baú do Raul - ANARKILÓPOLIS
ANÁRKILÓPOLIS
VIDEOCLIPE DE UMA MÚSICA DE RAUL POUCO CONHECIDA DO PÚBLICO
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Brasil

NESSES TEMPOS EM QUE FALTA TRANSPARÊNCIA EM TUDO...
FALTA TRANSPARÊNCIA NAS AÇÕES DOS GOVERNANTES, PARLAMENTARES, EMPRESÁRIOS, JUÍZES, DESEMBARGADORES, ETC...
... MAS PELO MENOS NO CARNAVAL A ENCONTRAMOS NA ROUPA DAS GATAS. ESTA É A BAIANA ALLINE ROSA CANTORA DA BANDA CHEIRO DE AMOR.
(CLIQUE NA FOTO PARA VÊ-MA AMPLIADA)
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Frases
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Homenagem - Poesia - Chico e Raul


Tenho dois grandes ídolos na música: Chico Buarque e Raul Seixas. Chico desde a infância quando via meu pai ouvindo canções como A Banda, A Rita, Olê, Olá, Carolina, Roda-Viva e tantas outras e minha mãe a ouvir "Olhos nos olhos" principalmente no mesmo disco que tinha "O que será", Mulheres de Atenas", "Meu Caro Amigo" ETC...
Raulzito eu descobri já adolescente e aí foi para a vida toda. Com o peso de sua obra e de sua vida influenciando na minha em muita coisa. Mas sempre fiquei preocupado como os outros viam essa admiração dupla a dois artistas e personalidades de talentos bem distintos nos seus estilos e estéticas.
Resolvi então escrever sobre os dois e saiu isso:
Chico e Raul
Chico constrói coisas,
Raul desenha outras
a palavra que define Chico é coerência
a de Raul, irreverência
Chico fala sobretudo para as mulheres,
Raul para os jovens
Chico é organizador,
Raul,libertário
a obra de Chico se resumiria
na palavra “vida’,
a de Raul, na palavra “sonho”
Chico é imaginação,
Raul, revolução
Chico é Brasil
Raul é Universo
Chico é o poeta do povo
Raul é o poeta do todo
Chico é letra
Raul sentimento
Chico, socialista
Raul, anarquista
Chico, pensamento
Raul, atitude
Gênios em seqüência astral : gêmeos e câncer
Um é palanque, o outro pileque
Duas inteligências magníficas
Chico o maior criador da MPB
Raul da MPU – Musica Popular do Universo
Gênios em seqüência astral : gêmeos e câncer
Um é palanque, o outro pileque
Duas inteligências magníficas
Chico o maior criador da MPB
Raul da MPU – Musica Popular do Universo
Um convence, o outro transcende...
Meus dois grandes mestres!
Paulo Gomes,
Meus dois grandes mestres!
Paulo Gomes,
12.12.2005
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
Do Baú do Raul - para ler e ouvir

Canção do álbum 'Gîta' de 1974
S.O.S. (Raul Seixas)
Hoje é domingo
missa e praia, céu de anil
tem sangue no jornal
bandeiras na Avenida Zil
Lá por detrás da triste-linda Zona Sul
vai tudo muito bem
formigas que trabalham sem porque
e das janela desses quartos de pensão
eu, como vetor, tranqüilo
eu tento uma transmutação...
Ô, ô,ô seu moço do disco voador,
me leve com você, pra onde você for...
ô,ô,ô seu moço, mas não me deixe aqui
enquanto eu seu que tem
tanta estrela por aí...
Andei rezando para toténs e Jesus
jamais olhei pro céu,
meu disco voador, além
já fui macaco em domingos glaciais
atlantas colossais
que eu não soube como utilizar
E nas mensagens que nos chegam sem parar
ninguém, ninguém pode notar
estão muito ocupados pra pensar...
ô,ô,ô seu moço do disco voador
me leve com você, pra onde você for
ô,ô,ô seu moço, mas não me deixe aqui enquanto eu sei que tem tanta estrela por aí ...
PARA OUVIR, CLIQUE NO LINK E FAÇA O DOWNLOAD:
http://www.4shared.com/file/48223048/a955d25b/007_c_raul_seixas_-_sos.html?s=1
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Blog Documento - Revista O CRUZEIRO


O Cruzeiro - 15 de setembro de 1970
O LADO HUMANO DE WILSON SIMONAL
As reportagens sôbre artistas quase sempre focalizam dois aspectos: a sua vida amorosa e privada, e a sua riqueza, real ou pressuposta.
No primeiro caso, as publicações escandalosas se fartam no devassar de intimidades, dando dimensões extraordinárias a fatos que seriam corriqueiros na vida do homem, comum, que dessas vicissitudes ninguém se livra.
As publicações regulares, em suas colunas especializadas, se fazem mensageiras da cegonha que vai chegar, cupidos de amôres nem sempre verdadeiros, arautos da elegância e do bem-vestir, e também profetas agourentos de desquites e separações.
No segundo caso, a prosperidade do artista, quando levada a público através de qualquer meio de comunicação, traz sempre objetivo oculto. Raramente essa prosperidade, muitas vêzes vista através de poderosas lupas, é exposta e alardeada com a alegria dos que se sentem bem sabendo alguém vitorioso. Pelo contrário, nas entrelinhas há um travo de despeito, de inveja, de amargor.
Partindo dêsse princípio, o artista que se tornou um vitorioso, se compra um automóvel ou um apartamento, se procura garantir o futuro, a velhice, e arruma o chamado pé-de-meia, ao público logo se informa a marca do automóvel, o preço, a área do apartamento em todos os seus detalhes e respectivo custo, o número de letras de câmbio que foram compradas.
Dir-se-á que o artista famoso pertence mais ao público que a si mesmo, e que, por isso, ao público devem ser dadas certas informações. Em têrmos. Porque a insistência em tôrno dos muitos milhares ganhos, dos cachês fabulosos, dos contratos astronômicos - na maioria irreais e fermentados, também, pela máquina publicitária - deixa a impressão de que os seus veiculadores são, na realidade, refinados dedos-duros da fiscalização tributária.
O OUTRO LADO
Se o açodamento publicitário em tôrno da vida privada do artista e de sua prosperidade não tem limites, em contraposição o silêncio sôbre os seus atos de bondade e de desprendimento, também é uma constante. Certo que determinados artistas seguem o preceito de fazer o bem sem saber a quem, escondem quanto podem as suas benemerências, não desejam sôbre elas qualquer tipo de publicidade. Mas, se êsses gestos magnânimos, se essas atitudes raramente encontradas até em indivíduos que já nasceram sob as bênçãos da fortuna, são conhecidas do público, lamentàvelmente ninguém bate palmas, ninguém abre a roda, ninguém grita ôba!
WILSON SIMONAL
Simonal foi um menino pobre. Deu duro, foi tudo na vida, até cobrador fantasiado de vermelho pelas ruas. Hoje, Wilson Simonal é artista famoso e o seu nome lota estádios. Simonal é um artista caro. Quem o contrata sabe que vai ganhar dinheiro, muito dinheiro. Êle paga o seu conjunto musical, os Simonautas, constituído de excelentes músicos. Mas, quando se publica que o cachê de Simonal é de 30.000 cruzeiros, há o espanto!
O que não se diz, o que não causa espanto, é que Simonal, sendo um artista caro, é também uma excelente figura humana, apresentando-se sem ganhar um centavo, quando se trata de cantar para os que precisam. E queremos aqui dar o nosso testemunho, de público.
Procuramos Simonal para fazer um número - um só número - no Programa Flávio Cavalcanti. Simonal impôs condições:
- Só se fôr um show de quarenta e cinco minutos, sem interrupção produzido pela minha própria agência, a Simonal Produções. Sairá um espetáculo da pesada...
- Tá bem, Simona, mas quanto vai custar isso tudo?
- Precinho camarada, de amigo: 30.000 cruzeiros...
A equipe de produção estremeceu. Não havia essa verba. Estava estourada. Mas aí entrou a Shell. Deu o dinheiro a Flávio Cavalcanti para pagar ao Simonal. Simonal recebeu o dinheiro e devolveu a Flávio Cavalcanti: para a Casa dos Meninos de Petrópolis.
Oitenta crianças desvalidas foram beneficiadas por Wilson Simonal. Os artistas que ganham muito, que ganham bem, que ganham o que realmente merecem, também têm dessas coisas. Mas o silêncio é profundo. Mas Deus acaba sabendo de tudo.
O Cruzeiro on line é um trabalho de preservação histórica do site Memória Viva - http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/
O LADO HUMANO DE WILSON SIMONAL
As reportagens sôbre artistas quase sempre focalizam dois aspectos: a sua vida amorosa e privada, e a sua riqueza, real ou pressuposta.
No primeiro caso, as publicações escandalosas se fartam no devassar de intimidades, dando dimensões extraordinárias a fatos que seriam corriqueiros na vida do homem, comum, que dessas vicissitudes ninguém se livra.
As publicações regulares, em suas colunas especializadas, se fazem mensageiras da cegonha que vai chegar, cupidos de amôres nem sempre verdadeiros, arautos da elegância e do bem-vestir, e também profetas agourentos de desquites e separações.
No segundo caso, a prosperidade do artista, quando levada a público através de qualquer meio de comunicação, traz sempre objetivo oculto. Raramente essa prosperidade, muitas vêzes vista através de poderosas lupas, é exposta e alardeada com a alegria dos que se sentem bem sabendo alguém vitorioso. Pelo contrário, nas entrelinhas há um travo de despeito, de inveja, de amargor.
Partindo dêsse princípio, o artista que se tornou um vitorioso, se compra um automóvel ou um apartamento, se procura garantir o futuro, a velhice, e arruma o chamado pé-de-meia, ao público logo se informa a marca do automóvel, o preço, a área do apartamento em todos os seus detalhes e respectivo custo, o número de letras de câmbio que foram compradas.
Dir-se-á que o artista famoso pertence mais ao público que a si mesmo, e que, por isso, ao público devem ser dadas certas informações. Em têrmos. Porque a insistência em tôrno dos muitos milhares ganhos, dos cachês fabulosos, dos contratos astronômicos - na maioria irreais e fermentados, também, pela máquina publicitária - deixa a impressão de que os seus veiculadores são, na realidade, refinados dedos-duros da fiscalização tributária.
O OUTRO LADO
Se o açodamento publicitário em tôrno da vida privada do artista e de sua prosperidade não tem limites, em contraposição o silêncio sôbre os seus atos de bondade e de desprendimento, também é uma constante. Certo que determinados artistas seguem o preceito de fazer o bem sem saber a quem, escondem quanto podem as suas benemerências, não desejam sôbre elas qualquer tipo de publicidade. Mas, se êsses gestos magnânimos, se essas atitudes raramente encontradas até em indivíduos que já nasceram sob as bênçãos da fortuna, são conhecidas do público, lamentàvelmente ninguém bate palmas, ninguém abre a roda, ninguém grita ôba!
WILSON SIMONAL
Simonal foi um menino pobre. Deu duro, foi tudo na vida, até cobrador fantasiado de vermelho pelas ruas. Hoje, Wilson Simonal é artista famoso e o seu nome lota estádios. Simonal é um artista caro. Quem o contrata sabe que vai ganhar dinheiro, muito dinheiro. Êle paga o seu conjunto musical, os Simonautas, constituído de excelentes músicos. Mas, quando se publica que o cachê de Simonal é de 30.000 cruzeiros, há o espanto!
O que não se diz, o que não causa espanto, é que Simonal, sendo um artista caro, é também uma excelente figura humana, apresentando-se sem ganhar um centavo, quando se trata de cantar para os que precisam. E queremos aqui dar o nosso testemunho, de público.
Procuramos Simonal para fazer um número - um só número - no Programa Flávio Cavalcanti. Simonal impôs condições:
- Só se fôr um show de quarenta e cinco minutos, sem interrupção produzido pela minha própria agência, a Simonal Produções. Sairá um espetáculo da pesada...
- Tá bem, Simona, mas quanto vai custar isso tudo?
- Precinho camarada, de amigo: 30.000 cruzeiros...
A equipe de produção estremeceu. Não havia essa verba. Estava estourada. Mas aí entrou a Shell. Deu o dinheiro a Flávio Cavalcanti para pagar ao Simonal. Simonal recebeu o dinheiro e devolveu a Flávio Cavalcanti: para a Casa dos Meninos de Petrópolis.
Oitenta crianças desvalidas foram beneficiadas por Wilson Simonal. Os artistas que ganham muito, que ganham bem, que ganham o que realmente merecem, também têm dessas coisas. Mas o silêncio é profundo. Mas Deus acaba sabendo de tudo.
O Cruzeiro on line é um trabalho de preservação histórica do site Memória Viva - http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/
PARA CONHECER MAIS SOBRE A REVISTA O CRUZEIRO CLIQUE NO LINK : http://pt.wikipedia.org/wiki/Revista_O_Cruzeiro
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sábado, 29 de novembro de 2008
TV - Esse vale a pena ver


MTV DEBATE
O inteligente e irreverente Lobão comanda uma mesa de debates bem diferente das chatas e tradicionais apresentadas na TV brasileira.
Ele é âncora e o principal debatedaor pois interfere o tempo todo com graça e humor nas chatas posições de alguns convidados. Claro que tem muita gente inteligente debatendo também, mas o principal ali é o uivo sempre irreverente do Velho Lobo. Vale a pena ver!
MTV
Canal aberto e NET
Ao Vivo: Segunda às 22h00.
Reprise : Sábados, 12h00.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
InTeRnEt@NdO - Folha Online

BABADO COM PIMENTA
TOM ZÉ XINGA CAETANO VELOSO EM SHOW EM SÃO PAULO
26/11/2008 - 04h00
da Folha Online
O músico baiano Tom Zé rebateu com um xingamento um elogio de Caetano Veloso. "Caetaaaanooo, vai tomar no...", disse Tom Zé no domingo, 23, durante show no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.
"Não, Caetano (...) eu não posso aceitar agora o seu colo e do grupo baiano, que durante todos esses anos me separaram até do que era meu, enquanto gozavam todo o prestígio e privilégios, talvez como ninguém mais neste país analfabeto."
Em resposta, Caetano minimizou a crítica e falou em "ressentimento" de Tom Zé. "Eu não sou o grupo baiano. Eu sou eu. E você não precisa recusar um abraço meu para ser grato a quem o ajudou. Eu gosto de você. Não precisamos desses surtos de ressentimento", disse.
Em resposta, Caetano minimizou a crítica e falou em "ressentimento" de Tom Zé. "Eu não sou o grupo baiano. Eu sou eu. E você não precisa recusar um abraço meu para ser grato a quem o ajudou. Eu gosto de você. Não precisamos desses surtos de ressentimento", disse.
Tom Zé mostrou mais uma vez que é antes de tudo um sujeito autêntico, que diz o que pensa e que nunca mudou seu comportamento para agradar a este ou aquele outro. Boa Tom Zé!
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domingo, 9 de novembro de 2008
Internet@ndo - JORNAL EXTRA - domingo 09.11

Delírios em PortugalCalcanhotto lança "Saga lusa", livro sobre o surto que mudou sua vida
Não é à toa que Adriana Calcanhotto dedica “Saga lusa” (Editora Cobogó, R$ 29,90) para ela mesma. O livro relata, em detalhes, sua assustadora experiência durante a turnê “Maré” em Portugal, entre maio e junho deste ano. Depois de passar dias “surtada” por conta de medicamentos — e olha que ela só queria curar uma gripe —, a cantora nunca mais foi a mesma.
— Saí uma outra pessoa dessa experiência. Isso ficou muito claro para mim. A Adriana voltando de avião de Portugal já era outra — conta Calcanhotto.
Humor sempre presente
Sem conseguir dormir e com shows cancelados, a cantora fez da escrita sua cura. Algumas vezes a narrativa é clara, em outras não esconde fazer parte de um delírio. O humor típico da artista, já conhecido para quem freqüenta seus shows, está sempre presente. “No elevador, um urso panda disfarçado de cantora escabelada achando que está conseguindo não perder a pose me acompanhou, até a garagem”, brinca ela sobre seu estado.
Outra passagem divertida é quando a cantora narra seu reencontro com a Coca-Cola. Sem tomar o refrigerante há 20 anos e sempre à espera de um bom motivo, ela acaba cedendo à tentação durante o surto: “Não posso dizer que saboreei, mas bebi. Saboreei mais o momento, e o resto tomei como remédio. Tá bem, admito, alguém que bebe Coca-Cola gelada como remédio é do contra mesmo”.
Para os fãs, certas passagens poderiam não ter nenhuma graça, principalmente quando Adriana se diz à beira da morte. No entanto, mesmo com a língua inchada ou em pânico, ela sabia que escrever com humor seria um santo remédio:
— Escrever era a única coisa que me mantinha no presente.
— Saí uma outra pessoa dessa experiência. Isso ficou muito claro para mim. A Adriana voltando de avião de Portugal já era outra — conta Calcanhotto.
Humor sempre presente
Sem conseguir dormir e com shows cancelados, a cantora fez da escrita sua cura. Algumas vezes a narrativa é clara, em outras não esconde fazer parte de um delírio. O humor típico da artista, já conhecido para quem freqüenta seus shows, está sempre presente. “No elevador, um urso panda disfarçado de cantora escabelada achando que está conseguindo não perder a pose me acompanhou, até a garagem”, brinca ela sobre seu estado.
Outra passagem divertida é quando a cantora narra seu reencontro com a Coca-Cola. Sem tomar o refrigerante há 20 anos e sempre à espera de um bom motivo, ela acaba cedendo à tentação durante o surto: “Não posso dizer que saboreei, mas bebi. Saboreei mais o momento, e o resto tomei como remédio. Tá bem, admito, alguém que bebe Coca-Cola gelada como remédio é do contra mesmo”.
Para os fãs, certas passagens poderiam não ter nenhuma graça, principalmente quando Adriana se diz à beira da morte. No entanto, mesmo com a língua inchada ou em pânico, ela sabia que escrever com humor seria um santo remédio:
— Escrever era a única coisa que me mantinha no presente.
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