ETERNAS ONDAS
POR PAULO GOMES
Fascinante, mágico, companheiro. Nessas três palavras estão a tradução fiel do mais simpático meio de comunicação: o rádio.
Fascinante, porque através dele podemos nos informar, nos divertir e interagir numa velocidade superior a que oferecem por exemplo a TV a os modernos e variados formatos da internet.
Mágico, porque através de suas ondas magnéticas, nos visita e nos acompanha em qualquer lugar seja qual for o meio de locomoção que esteja a nos servir. Mágico também, porque abre em nós a imaginação, a possibilidade de visualizar ao nosso modo, o ambiente ou cenário daquilo que está sendo transmitido apenas por palavras ou peças sonoras.
Companheiro, porque pela praticidade do seu formato pode ser facilmente instalado ou conduzido para qualquer ambiente. Pela sua natureza, é amigo de cabeceira de pessoas solitárias ou em momentos de solidão. Dizem, é a TV dos cegos, o namorado das solteironas, o amigo do peito de alegrias e mágoas do torcedor apaixonado pelo futebol.
Há controvérsias quanto a sua paternidade. Pode ser um italiano, o físico e inventor Guglielmo Marconi, como consta dos registros oficiais, mas há quem garanta que esse “filho fantástico”, nasceu em nossas terras brasucas, através do gênio do padre gaúcho Roberto Landel de Moura. Provas de lado a lado existem e fica pelo menos nesse jogo histórico o eterno empate em 1x1 de Brasil x Itália. Moura ou Marconi, não importa. O bom é que o rádio santo de cada dia, existe e sem ele a vida não seria a mesma...
Já imaginaram um jogo de futebol sem as empolgantes transmissões esportivas, onde o narrador é capaz soltar em pouco mais de 30 segundos, rajadas de metralhadora em formas de palavras em ritmo alucinante?... Ou ficarmos horas e horas parados nos intermináveis engarrafamentos, sem ouvir uma notícia sequer?... E como seriam as noites das românticas solteironas sem a voz melosa dos seus “príncipes locutores” que tanto povoam as imaginações, com suas vozes de “galãs canastrões”?...
Várias vezes foi anunciada a morte desse intrépido veículo: “Chegou a TV, adeus rádio!” - “Com a internet, já era!”
Ingenuidade meus caros tolos... A TV adquiriu o pique do rádio e continua se alimentando dele. Tanto assim, que profissionais que surgem e se tornam feras no rádio são “abduzidos” pelas emissoras de TV, que também absorvem os formatos de programas radiofônicos de jornalismo, esporte, os musicais, os programas de auditório, novelas. Tudo isso começou no rádio!
A internet hoje é apenas uma plataforma, uma nave-mãe, onde entre os seus compartimentos, está o rádio. Não existem mais barreiras de longitude que separe os ouvintes de suas emissoras preferidas. A banda larga encurtou a distância entre recepção e receptor.
Do casamento do Sr. Rádio com a Dona internet, já nasceu inclusive uma prodigiosa filha: a webrádio. As modernas emissoras transmitidas somente pela internet com suas programações segmentadas e livres de chatices obrigatórias como o horário eleitoral e “A Voz do Brasil”, por exemplo.
O rádio nunca acabará. Muito pelo contrário, tem a possibilidade real de tornar cada vez mais forte, pois sempre será um espaço natural para a criatividade, o divertimento e a comunicação direta, ampla e sagrada, tão necessária à vida humana.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Mais de Três horas de humor com Escova!!!
O MAIOR IMITADOR DO BRASIL!
Carlos Roberto Escova, Mestre do Humor. Craque da imitação. Um artista acima da mídia. Um talento transcendente, mediunico, até.
Sábado á noite o Brasil ficava mais feliz com o 'Perdidos na Noite' a dupla Tatá e Escova encapetava o palco e levava a anarquista platéia de jovens a loucura.
Antes disso era o 'Balancê' na Rádio Excelsior com o comando do magistral Osmar Santos e do inteligentíssimo e carismático Juarez Soares, o 'China'.
Em 13 de outubro de 2007 através de um belíssimo trabalho do jovem Felipe Martinelli de quem me tornei amigo através da internet, fizemos essa entrevista com o Carlos Roberto Escova.
De maneira agradável e como um menino ele divertiu a todos nós com um SHOW DE IMITAÇÕES por mais de três horas. Eu como tiéte fiquei apenas ouvindo o mestre. Agora vocês podem também ouvir. Vale a pena, uma aula de humor.
SAI CAPETA!!!!
Você pode ouvir esta entrevista fantástica nesta página mesmo, em versão integral ou dividida em 6 partes, através dos players abaixo, ou baixando diretamente da página clicando na foto do Escova.
Versão integral
Versão dividida
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Marcadores:
FERAS DO RÁDIO,
HUMOR,
MEUS ÍDOLOS,
RÁDIO*,
TELEVISÃO
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Rádio na Internet
AGORA NA INTERNET
Amigos, vocês agora poderão ouvir a minha participação na rádio CBN SALVADOR 100,7 em qualquer lugar do mundo! Basta acessar www.ibahia.com . Lá encontrarão a logomarca da rádio, basta clicar. Estou no comando do CBN SALVADOR ESPORTES de segunda a sábado de 11 e meia ao meio-dia.
Agora não existe distância que nos separe!
sábado, 17 de abril de 2010
Aviso aos Navegantes
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Paulo César Gomes, de segunda a sábado de seis da manhã as onze meia na CBN FM 100,7
e no CBN SALVADOR ESPORTES de segunda a sábado de 11 e meia ao meio-dia. ¨
Amigos, tenho atualizado pouco o nosso blog nas últimas semanas. Mas o motivo é de força maior. Desde o dia 18 do mês passado, estou integrando a Equipe da Rádio CBN de Salvador,FM 100,7 que estreou exatamente na data acima mencionada.
Além de integrar a equipe de jornalismo como locutor e produtor, estou produzindo e apresentando um programa esportivo diário, o CBN SALVADOR ESPORTES.
Este momento inicial, tem sido muito puxado para todos os funcionários da nova emissora, pois a equipe ainda é reduzida e todos nós temos nos desdobrado para colocar no ar a programação local. Prometo assim que as coisas folgarem um pouco por lá, voltar a dar uma atenção maior aqui nesse espaço.
Sugiro que por enquanto que os amigos mergulhem nas postagens anteriores pois desde setembro de 2008 temos colocado um amplo material aqui no OBSERVANDO E ABUSANDO postagens sobre temas diversos: cultura, esporte, literatura, poesias, crônicas, quadrinhos, humor, TV, rádio, ETC, ETC que não defasam pois tratam de temas atemporais.
Como muita gente está acessando o blog pela primeira (temos acompanhado o número de acessos pelo controle do GEOVISITE) e muitos passaram a acompanhar bem depois da data do nosso lançamento, recomendo que leiam as páginas anteriores, tem muita coisa bacana.
A CBN Salvador ainda não possui transmissão na internet, mas assim que tivermos, passarei o link para que os amigos possam ouvir um pouco do nosso trabalho, sobretudo no programa esportivo.
Um grande abraço e boas navegadas!
sábado, 29 de agosto de 2009
Morre uma das vozes mais marcantes do rádio esportivo
"O MAIS VIBRANTE DO BRASIL ! "
DOALCEI BUENO DE CAMARGO
Mais uma Voz marcante fazer rádio esportivo transfere - se do Planeta Terra parágrafo atuar nd Rádio Universo, Onde o Limite e o infinito ...
Doalcei Camargo , 79 , Uma lenda viva da Comunicação esportiva do Brasil, faleceu nd madrugada deste Sábado , 29 Residência SUA de agosto , in não Rio de Janeiro, vitima de hum infarto fulminante .
Os Ouvintes das rádios Guanabara, Tamoio, Globo, Nacional e principalmente da Super Tupi, Atuou Onde Durante uma Maior Parte de SUA Brilhante Carreira, Jamais Esquecer Vão um firme Voz, de timbre inconfundível EO Estilo Pessoal marcante de velocidade Muita , Precisão e Vibração nd Descrição das jogadas lances e do futebol, do paulista Que adotou o Rio de Janeiro Como terra SUA.
Doalcei , integração ao Lado de Waldir Amaral, Oduvaldo Cozzi, Ary Barroso , Jorge Curi, José Carlos tempo o Araújo dos Mais Brilhantes Narradores fazer rádio do Rio de e Janeiro do Brasil.
«Além do narrador grande , Doalcei UM also FOI DOS Melhores Chefes de Equipes esportivas, com amigo estilosantes Seu , fraterno e Que tinha semper uma CAPACIDADE de Descobrir , lapidar Novos e LANÇAR talentos não Radiofónico Meio.
Mãos Por SUAS passaram extraordinários Profissionais , FORAM semper Que, Mais do Colegas Que SEUS e comandados , SIM ERAM , fraternos verdadeiros Amigos Fãs e do e Profissional do Ser Humano Que semper FOI o Dodô , era Como carinhosamente chamado Pelos SEUS companheiros .
Aos 79 Anos Ainda estava lucido , forte e motivado . Participava Diariamente talento Seu com, Dando Qualidade AO Fazia Onde ' Programa Luiz Ribeiro 'o Seu Comentário " Toque de Mestre "e Como integrante da debates mesa de "em Bola Jogo " Apresentado EAo domingos de meio- Às dia 15 Horas, Ambos Pela Super Rádio Tupi , um Quem com Emissora Mais se Toda in identificou uma Carreira.
Deixa saudade Enorme e lacuna nesse CADA Vez Mais carente Rádio esportivo, desprovido de talentos Grandes e de estilos diferenciados marcantes e , Coisas Que se tinha in Décadas Fartura Passadas in .
Americano de Coração, Doalcei nunca escondeu ESSA SUA clubística Preferência e isso por exatamente e pelo equilíbrio com que abordava as coisas do futebol, sempre teve o carinho e o respeito unânime do público e de todas as torcidas.
Um ser humano Fantástico, cavalheiro, um espiritualista. Um desses filhos que Deus presenteia a a todos nós ao mandar aqui pra nós.
Muito Obrigado Mestre Doalcei, o mais vibrante. Voz e coração do rádio esportivo Rádio do Brasil !
DOALCEI BUENO DE CAMARGO
Mais uma Voz marcante fazer rádio esportivo transfere - se do Planeta Terra parágrafo atuar nd Rádio Universo, Onde o Limite e o infinito ...
Doalcei Camargo , 79 , Uma lenda viva da Comunicação esportiva do Brasil, faleceu nd madrugada deste Sábado , 29 Residência SUA de agosto , in não Rio de Janeiro, vitima de hum infarto fulminante .
Os Ouvintes das rádios Guanabara, Tamoio, Globo, Nacional e principalmente da Super Tupi, Atuou Onde Durante uma Maior Parte de SUA Brilhante Carreira, Jamais Esquecer Vão um firme Voz, de timbre inconfundível EO Estilo Pessoal marcante de velocidade Muita , Precisão e Vibração nd Descrição das jogadas lances e do futebol, do paulista Que adotou o Rio de Janeiro Como terra SUA.
Doalcei , integração ao Lado de Waldir Amaral, Oduvaldo Cozzi, Ary Barroso , Jorge Curi, José Carlos tempo o Araújo dos Mais Brilhantes Narradores fazer rádio do Rio de e Janeiro do Brasil.
«Além do narrador grande , Doalcei UM also FOI DOS Melhores Chefes de Equipes esportivas, com amigo estilosantes Seu , fraterno e Que tinha semper uma CAPACIDADE de Descobrir , lapidar Novos e LANÇAR talentos não Radiofónico Meio.
Mãos Por SUAS passaram extraordinários Profissionais , FORAM semper Que, Mais do Colegas Que SEUS e comandados , SIM ERAM , fraternos verdadeiros Amigos Fãs e do e Profissional do Ser Humano Que semper FOI o Dodô , era Como carinhosamente chamado Pelos SEUS companheiros .
Aos 79 Anos Ainda estava lucido , forte e motivado . Participava Diariamente talento Seu com, Dando Qualidade AO Fazia Onde ' Programa Luiz Ribeiro 'o Seu Comentário " Toque de Mestre "e Como integrante da debates mesa de "em Bola Jogo " Apresentado EAo domingos de meio- Às dia 15 Horas, Ambos Pela Super Rádio Tupi , um Quem com Emissora Mais se Toda in identificou uma Carreira.
Deixa saudade Enorme e lacuna nesse CADA Vez Mais carente Rádio esportivo, desprovido de talentos Grandes e de estilos diferenciados marcantes e , Coisas Que se tinha in Décadas Fartura Passadas in .
Americano de Coração, Doalcei nunca escondeu ESSA SUA clubística Preferência e isso por exatamente e pelo equilíbrio com que abordava as coisas do futebol, sempre teve o carinho e o respeito unânime do público e de todas as torcidas.
Um ser humano Fantástico, cavalheiro, um espiritualista. Um desses filhos que Deus presenteia a a todos nós ao mandar aqui pra nós.
Muito Obrigado Mestre Doalcei, o mais vibrante. Voz e coração do rádio esportivo Rádio do Brasil !
sábado, 2 de maio de 2009
Pescando dos Blogs dos amigos - ONDAS CURTAS


Matéria originalmente publicada no Blog ONDAS CURTAS http://umbrasildeaudiencia.blogspot.com
O BRASILEIRO JÁ NÃO LIGA MAIS O RÁDIO COMO NOS BONS TEMPOS
por Marcos Niemeyer
A programação cada vez mais cretina das FMs populares e a baixa qualidade produtiva do falecido AM obrigaram o ouvinte mais exigente a desligar o rádio para sempre.
Quem aguenta a gritaria propagada pela nova geração de locutores radiofônicos? Não existe paralelo na história deste meio de comunicação que tempos atrás se fazia respeitar.
Queda livreA queda vertiginosa do sistema ocorre por vários motivos. O principal deles é que os tempos modernos não admitem o escutador passivo; a popularização da internet contribuiu para que o cidadão veja o mundo sob um ponto de vista mais crítico. Outro detalhe importante diz respeito ao nível dos novos profissionais. As faculdades de comunicação, que se alastram aleatoriamente pelo país, não preparam os formandos de maneira profissional para o mercado de trabalho. Eles aprendem na escola simplesmente a teoria. A prática, só mesmo com o tempo é que uma minoria conseguirá assimilar.
Futuro sombrio
E que futuro terá um jovem profissional do rádio por conta dos vergonhosos salários oferecidos pelas empresas? O resultado de tudo isso é óbvio e ululante: o rádio, principalmente o AM, está mesmo com os dias contados. Também não existe mão de obra qualificada para dar sequência ao trabalho dos mais experientes já em fim de carreira.
Não obstante tantos golpes nas ondas hertzianas, ultimamente a modalidade tem sido a venda de dezenas de empresas radiofônicas para seitas evangélicas que não se importam com a qualidade do que propagam. Sem qualquer compromisso com a verdade ou isenção dos fatos, essas denominações trabalham em causa própria visando principalmente o lucro financeiro.
Fim do mundo
Para esses diabólicos anunciadores do fim do mundo, dinheiro não é problema. Os fiéis, após passarem por verdadeira lavagem cerebral, doam até o último centavo. Tudo em nome de Jesus! Será que o “Salvador” precisa ou recebe parte do dinheiro?
Não acredito mais no rádio, muito menos nos mercadores da fé. Isso sem falar dos políticos que dominam descaradamente a maioria das emissoras radiofônicas e televisivas do país. Sai, capeta!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Tubo do Tempo
'BALANCÊ' & 'PERDIDOS NA NOITE'
Nos anos 80 existia nas noites de sábado um programa de TV divertido, inteligente e surpreendente. Era o "Perdidos na Noite". Nascido no rádio com o nome de "Balancê", o projeto foi levado e adaptado para a televisão numa sugestão do repórter Goulart de Andrade.
Na Rádio Excelsior de São Paulo era apresentado ao meio-dia sob o comando de Osmar Santos e Juarez Soares com a participação dos humoristas, craques da imitações Tatá e Escova (Nelson Tatá Alexandre e Carlos Roberto Isaías "Escova"). Nas viagens de Osmar e Juarez a apresentação ficava a cargo do repórter Fausto Silva.
Na TV, o titular da apresentação ficou sendo o Faustão. O clima era o mesmo: um auditório repleto de estudantes, donas-de-casa, office-boys, jovens em geral, muita bagunça, clima de descontração, atrações inusitadas e bizarras, artistas e personalidades bem à vontade e muita improvisação para encobrir a precariedade de estrutura. Pois era exatamente a deficiência, a força do programa. A geléia geral, a zona era formada a partir disso.
Foi um sucesso. Inicialmente era transmitido apenas para São Paulo por emissoras de menor audiência e alcance como as TV's Gazeta e Record (ainda na fase Pré-IURD), conquistou posteriormente todo o público do país quando passaou a ser transmitido em rede nacional pela Bandeirantes.
A época era de redemocratização do país, e o programa era uma das trincheiras dessa causa, usando bom humor, irreverência e inteligência nas entrevistas e críticas. Tudo gravado ao vivo sem cortes, com o clima quente e a energia positiva e jovial da platéia do Teatro Záccaro.
Que saudades ...
Aqui um pouco desses dois programões que deixaram muitas saudades e a prova de que é possível termos vida inteligente na TV aberta.
Nos anos 80 existia nas noites de sábado um programa de TV divertido, inteligente e surpreendente. Era o "Perdidos na Noite". Nascido no rádio com o nome de "Balancê", o projeto foi levado e adaptado para a televisão numa sugestão do repórter Goulart de Andrade.
Na Rádio Excelsior de São Paulo era apresentado ao meio-dia sob o comando de Osmar Santos e Juarez Soares com a participação dos humoristas, craques da imitações Tatá e Escova (Nelson Tatá Alexandre e Carlos Roberto Isaías "Escova"). Nas viagens de Osmar e Juarez a apresentação ficava a cargo do repórter Fausto Silva.
Na TV, o titular da apresentação ficou sendo o Faustão. O clima era o mesmo: um auditório repleto de estudantes, donas-de-casa, office-boys, jovens em geral, muita bagunça, clima de descontração, atrações inusitadas e bizarras, artistas e personalidades bem à vontade e muita improvisação para encobrir a precariedade de estrutura. Pois era exatamente a deficiência, a força do programa. A geléia geral, a zona era formada a partir disso.
Foi um sucesso. Inicialmente era transmitido apenas para São Paulo por emissoras de menor audiência e alcance como as TV's Gazeta e Record (ainda na fase Pré-IURD), conquistou posteriormente todo o público do país quando passaou a ser transmitido em rede nacional pela Bandeirantes.
A época era de redemocratização do país, e o programa era uma das trincheiras dessa causa, usando bom humor, irreverência e inteligência nas entrevistas e críticas. Tudo gravado ao vivo sem cortes, com o clima quente e a energia positiva e jovial da platéia do Teatro Záccaro.
Que saudades ...
Aqui um pouco desses dois programões que deixaram muitas saudades e a prova de que é possível termos vida inteligente na TV aberta.
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BAÚ DE RARIDADES,
DO MEU BAÚ DE LEMBRANÇAS,
HUMOR,
RÁDIO*,
TELEVISÃO
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Feras do Rádio Esportivo - Entrevista exclusiva

LUIZ PENIDO, TALENTO FORMADO
NAS DIVISÕES-DE-BASE DO RÁDIO
Ele é um dos maiores narradores esportivos do Brasil. De estilo criativo, jovial e que passa muita emoção nas transmissões dos jogos, é o titular da equipe de esportes da Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro 1.280 www.tupi.am . A emissora vem conquistando excelentes índices de audiência em toda sua programação totalmente voltada para o Rio de Janeiro. " O Garotão da Galera" - marca que vem usando há anos- é um talento garimpado e trabalhado numa época dourada do rádio pelo verdadeiro Butantã que era a Rádio Globo da capital carioca.
Nesta entrevista exclusiva que nos concedeu e que reproduzimos também na nossa comunidade do Orkut AS FERAS DO RÁDIO ESPORTIVO, Penido fala da sua trajetória na profissão, dos momentos e dificuldades que passou até a vitória na sua brilhante carreira, dos grandes nomes da comunicação esportiva e de assuntos da atualidade como o futuro do rádio AM, a ingerência e domínio da TV no futebol, o surgimento do rádio digital entre outros.
Com vocês, Luiz Penido, um dos mais queridos narradores do rádio esportivo do Brasil!
Quando baixou em você a certeza de que seria radialista esportivo, você tinha que idade exatamente?
Sempre tive esse desejo. Fui atrás de uma chance com 14 para 15 anos. Tentei na Globo, Tupi, Nacional e Mauá.Consegui com muita luta um teste na Nacional, com o Jorge Curi, e com Dalton Ferreira e outro na Globo. Na Mauá, o Orlando Baptista não deixou e na Tupi faltava uma data. Passei nas duas com ressalvas e mais ressalvas, mas entrei para a Globo em 22 de novembro de 1969. Era uma espécie de
Sempre tive esse desejo. Fui atrás de uma chance com 14 para 15 anos. Tentei na Globo, Tupi, Nacional e Mauá.Consegui com muita luta um teste na Nacional, com o Jorge Curi, e com Dalton Ferreira e outro na Globo. Na Mauá, o Orlando Baptista não deixou e na Tupi faltava uma data. Passei nas duas com ressalvas e mais ressalvas, mas entrei para a Globo em 22 de novembro de 1969. Era uma espécie de
"Faz Tudo", depois plantonista com o Jairo de Souza (titular do plantão) e o Iata Anderson, depois fui subindo. Mas foi duríssima a caminhada.
Como começou a sua paixão pelo rádio?
Meu pai (flamenguista ), era ouvinte assíduo e eu o acompanhava junto com os meus irmãos. Aí me apaixonei pela magia do rádio, desde que passei a me entender por gente.
E o seu primeiro emprego onde foi? Tinha que idade em qual função começou?...
Como disse, foi na Rádio Globo, lá pelos 15 anos e fazendo tudo na casa porque não falava ao microfone nos dez primeiros meses a não ser internamente nesse início.
Quais foram seus primeiros ídolos no rádio esportivo, os seus grandes referenciais?
Waldir Amaral, o maior de todos. Jorge Curi com quem passei a trabalhar efetivamente em 72 (Tinhamos feito a Copa de 70 em cadeia com Globo-Gaúcha-Nacional). Ao chegar na Globo ele se lembrou do teste, das minhas idas lá, e foi muito carinhoso. Nasceu alí uma grande amizade. Mas havia um grupo tão bom que as referências eram diversas. Uma escola de verdade.
Na Rádio Globo você chegou muito novo ainda (um verdadeiro garotão) quais profissionais te ajudaram nessa chegada, aqueles que te ensinaram “o caminhos das pedras”?...
Todos ensinaram muito e fiz amizade com toda a equipe. Os narradores eram: Waldir, Celso Garcia,
Como começou a sua paixão pelo rádio?
Meu pai (flamenguista ), era ouvinte assíduo e eu o acompanhava junto com os meus irmãos. Aí me apaixonei pela magia do rádio, desde que passei a me entender por gente.
E o seu primeiro emprego onde foi? Tinha que idade em qual função começou?...
Como disse, foi na Rádio Globo, lá pelos 15 anos e fazendo tudo na casa porque não falava ao microfone nos dez primeiros meses a não ser internamente nesse início.
Quais foram seus primeiros ídolos no rádio esportivo, os seus grandes referenciais?
Waldir Amaral, o maior de todos. Jorge Curi com quem passei a trabalhar efetivamente em 72 (Tinhamos feito a Copa de 70 em cadeia com Globo-Gaúcha-Nacional). Ao chegar na Globo ele se lembrou do teste, das minhas idas lá, e foi muito carinhoso. Nasceu alí uma grande amizade. Mas havia um grupo tão bom que as referências eram diversas. Uma escola de verdade.
Na Rádio Globo você chegou muito novo ainda (um verdadeiro garotão) quais profissionais te ajudaram nessa chegada, aqueles que te ensinaram “o caminhos das pedras”?...
Todos ensinaram muito e fiz amizade com toda a equipe. Os narradores eram: Waldir, Celso Garcia,
José Carlos Araújo, Sergio Moraes, Dalton Ferreira e Ayrton Rebelo. Logo em seguida vieram: Edson Mauro, Wanderley Ribeiro, Cezar Rizzo e Antonio Porto. Os comentaristas eram: João Saldanha, Luiz Mendes, Claudio Moysés e Raul Brunini. O Ruy Porto tinha saído uns três meses antes, mas depois voltou e trabalhei com ele também, e mais tarde com Affonso Soares, Alberto Rodrigues e Sergio Noronha.
A dupla de repórteres em 69, era dos "Trepidantes" Washington Rodrigues e Denis Menezes. Só tinha cabeça coroada e aprendi com todos, embora fosse mais próximo do Zé Carlos e do Washington, amizades que se estendem por todos esses anos e são imorredouras.
Como era o rádio esportivo nesse periódo, a competição entre as emissoras, as características de cada uma delas Nacional, Globo, Tupi, Continental, Guanabara, Tamoio?...
Na época o duelo já era entre Globo e Tupi, na ocasião com o excelente Doalcey Camargo.
A Continental crescia para baixo, como rabo de cavalo. A Tamoio não incomodava muito as líderes no futebol e a Nacional que já não era tão forte, desabou logo em seguida com a saída do Curi.
Como era o rádio esportivo nesse periódo, a competição entre as emissoras, as características de cada uma delas Nacional, Globo, Tupi, Continental, Guanabara, Tamoio?...
Na época o duelo já era entre Globo e Tupi, na ocasião com o excelente Doalcey Camargo.
A Continental crescia para baixo, como rabo de cavalo. A Tamoio não incomodava muito as líderes no futebol e a Nacional que já não era tão forte, desabou logo em seguida com a saída do Curi.
A terceira força ficou sendo a Mauá, com o Orlando Baptista, na década de 70.
Por ter tantas ‘feras’ nos chamados ‘primeiros times’ das emissoras como é que os mais jovens como você, aguardavam as oportunidades, era difícil não?...
Dificílimo. Mas havia companheirismo para ajudar na espera. Ralei bastante e subi lentamente. Enquanto isso trabalhava também em outros departamentos: jornalismo, programação e comercial. Não havia espaço para iniciantes e foi uma lenha, mas Deus me ajudou, porque a casa não costumava fazer lançamentos.
Fale um pouco das transmissões dos jogos de basquete em que você se especializou, e que na nossa opinião, se tornou inclusive um dos melhores dentro do rádio esportivo.
Era tanta transmissão, que em algumas datas faltava narrador para tudo, mesmo sendo muitos. Então comecei a me especializar em basquete para encurtar o caminho. Comecei a narrar trechos de jogos e depois jogos inteiros. Deu certo e, uns cinco ou seis depois me tornei titular da modalidade.
Por ter tantas ‘feras’ nos chamados ‘primeiros times’ das emissoras como é que os mais jovens como você, aguardavam as oportunidades, era difícil não?...
Dificílimo. Mas havia companheirismo para ajudar na espera. Ralei bastante e subi lentamente. Enquanto isso trabalhava também em outros departamentos: jornalismo, programação e comercial. Não havia espaço para iniciantes e foi uma lenha, mas Deus me ajudou, porque a casa não costumava fazer lançamentos.
Fale um pouco das transmissões dos jogos de basquete em que você se especializou, e que na nossa opinião, se tornou inclusive um dos melhores dentro do rádio esportivo.
Era tanta transmissão, que em algumas datas faltava narrador para tudo, mesmo sendo muitos. Então comecei a me especializar em basquete para encurtar o caminho. Comecei a narrar trechos de jogos e depois jogos inteiros. Deu certo e, uns cinco ou seis depois me tornei titular da modalidade.
Acabei por ganhar o título de melhor do ano oito vezes fazendo basquete. Com isso ganhei a confiança do Waldir e passei a narrar também a Formula 1 enquanto ia me consolidando no futebol no nível que queria. Mas o processo foi longo, árduo extremamente difícil. Se não fosse um objetivo de vida, teria desistido.
Sua identificação era grande com a Globo, até pela sua origem profissional, em que momento e circunstância surgiu a vontade de ‘bater asas’ e ‘formar o seu ninho’ em outra emissora no caso à Tupi?
Na verdade a partir de meados de 75 passei a receber vários convites. Nunca cogitei aceitar qualquer um. Mas em novembro de 1988, fui convencido pelo Diretor Comercial da Tupi, Edson Perrota, a quem eu adoro, que me apresentou uma proposta de mudar tudo na Tupi. Topei e pedi demissão da Globo.
Sua identificação era grande com a Globo, até pela sua origem profissional, em que momento e circunstância surgiu a vontade de ‘bater asas’ e ‘formar o seu ninho’ em outra emissora no caso à Tupi?
Na verdade a partir de meados de 75 passei a receber vários convites. Nunca cogitei aceitar qualquer um. Mas em novembro de 1988, fui convencido pelo Diretor Comercial da Tupi, Edson Perrota, a quem eu adoro, que me apresentou uma proposta de mudar tudo na Tupi. Topei e pedi demissão da Globo.
Não queriam me liberar, mas meu contrato tinha acabado de vencer, passando a ser por tempo indeterminado. Mas não teve jeito: Eu, Eraldo Leite, Danilo Baía, Marcus Tinoco, Alberto Rodrigues, Ivan Mendes e o Felipe Cardoso fomos para a Tupi. E deu certo. O primeiro passo foi modernizar a linguagem e criar um programa noturno de duas horas, O 'Giro Esportivo', que logo assumiu a liderança e foi pioneiro no tamanho e no formato.
Que lembranças você tem desse período, aconteceram muitas dificuldades?... Como foram os desafios de formatação da equipe e da programação e o retorno comercial dessa nova fase?
Com os que levei comigo no novo projeto e alguns bons já existentes o time ficou forte. Mas em um ano precisava de reforço para manter o fôlego. Foi aí que convenci o João Saldanha a voltar ao rádio. Ele tinha parado fazia um ano e meio. E foi a última emissora de rádio onde trabalhou. A frágil saúde dele cortou o caminho. Mas o João 'deu show' como de costume e me ajudou muitíssimo. Grande parceiro e gênio. Comercialmente também foi muito bom.
Fale um pouco da sua passagem pela Tropical FM e pela Nacional...
Foram rápidas, mas isso serviu para ajudar a dar bagagem. Na Nacional (1994) era arrendatário. Lancei o José Roberto Wright e levei o Chico Anysio e o Fernando Calazans, que eu tinha posto um pouco antes na Tupi, com grande êxito. Ele é muito fera e o Wright também. Me orgulho de ter começado a carreira na mídia eletrônica de ambos. Mas a Nacional esbarrava nessas coisas de governo e troca de políticos que não tem solução. O último bom momento da Nacional tinha sido de 1977 a 1984, com o meu dileto amigo, José Carlos, o Garotinho. Na Tropical estivemos basicamente com o mesmo o time, mas sem Wright e Calazans. Eu era contratado e mantive o Jorge Nunes que começou 'a voar'. Quando voltei para a Tupi em 97, consegui levá-lo.
Existe alguma fase da sua carreira que você elegeria com a mais difícil, aquela que te trouxe grandes dificuldades e te exigiu uma grande superação?...
Toda a carreira no rádio esportivo em nível máximo de competitividade, como sempre foi o meu caso, é uma luta constante que exige uma entrega total. É sempre trabalhoso demais competir e ter que ganhar de emissoras, também muito fortes e boas, e com equipes qualificadas. Tem que matar dois leões por dia.
No livro “O Milagre da Vida” sobre Osmar Santos, é revelado que “ele era considerado
o locutor inimigo dos comentaristas” pois nunca achou tão importante assim para a transmissão de um jogo, a figura do analista. Com você observamos uma postura exatamente oposta pois trabalhou ao lado de João Saldanha, Chico Anysio, Alberto Rodrigues, Luiz Mendes e outros e já há alguns anos faz com grande sucesso, uma dupla com o Apolinho Washington Rodrigues. Para você é fundamental numa transmissão ter um comentarista de peso ao seu lado ou concorda de alguma forma com a tese do Osmar “de que o ouvinte não aceita muito bem o cara que tem essa postura de ser o dono da verdade, de ter a opinião sobre tudo e sobre o jogo”...
Em primeiro lugar, meu amigo Osmar Santos é um gênio. Mas no caso aí, é um tipo de visão pessoal ou de gosto que prevalece. Talvez para ele fosse melhor por uma questão de estilo. O Osmar é um " Monstro Sagrado", só que para mim o comentarista é absolutamente fundamental. Respeito a posição do mestre Osmar, que deve ter os seus motivos, mas eu não imagino um jogo sem comentarista
Teve uma época em que muitos ex-jogadores tornaram-se comentaristas, principalmente na TV.
Que lembranças você tem desse período, aconteceram muitas dificuldades?... Como foram os desafios de formatação da equipe e da programação e o retorno comercial dessa nova fase?
Com os que levei comigo no novo projeto e alguns bons já existentes o time ficou forte. Mas em um ano precisava de reforço para manter o fôlego. Foi aí que convenci o João Saldanha a voltar ao rádio. Ele tinha parado fazia um ano e meio. E foi a última emissora de rádio onde trabalhou. A frágil saúde dele cortou o caminho. Mas o João 'deu show' como de costume e me ajudou muitíssimo. Grande parceiro e gênio. Comercialmente também foi muito bom.
Fale um pouco da sua passagem pela Tropical FM e pela Nacional...
Foram rápidas, mas isso serviu para ajudar a dar bagagem. Na Nacional (1994) era arrendatário. Lancei o José Roberto Wright e levei o Chico Anysio e o Fernando Calazans, que eu tinha posto um pouco antes na Tupi, com grande êxito. Ele é muito fera e o Wright também. Me orgulho de ter começado a carreira na mídia eletrônica de ambos. Mas a Nacional esbarrava nessas coisas de governo e troca de políticos que não tem solução. O último bom momento da Nacional tinha sido de 1977 a 1984, com o meu dileto amigo, José Carlos, o Garotinho. Na Tropical estivemos basicamente com o mesmo o time, mas sem Wright e Calazans. Eu era contratado e mantive o Jorge Nunes que começou 'a voar'. Quando voltei para a Tupi em 97, consegui levá-lo.
Existe alguma fase da sua carreira que você elegeria com a mais difícil, aquela que te trouxe grandes dificuldades e te exigiu uma grande superação?...
Toda a carreira no rádio esportivo em nível máximo de competitividade, como sempre foi o meu caso, é uma luta constante que exige uma entrega total. É sempre trabalhoso demais competir e ter que ganhar de emissoras, também muito fortes e boas, e com equipes qualificadas. Tem que matar dois leões por dia.
No livro “O Milagre da Vida” sobre Osmar Santos, é revelado que “ele era considerado
o locutor inimigo dos comentaristas” pois nunca achou tão importante assim para a transmissão de um jogo, a figura do analista. Com você observamos uma postura exatamente oposta pois trabalhou ao lado de João Saldanha, Chico Anysio, Alberto Rodrigues, Luiz Mendes e outros e já há alguns anos faz com grande sucesso, uma dupla com o Apolinho Washington Rodrigues. Para você é fundamental numa transmissão ter um comentarista de peso ao seu lado ou concorda de alguma forma com a tese do Osmar “de que o ouvinte não aceita muito bem o cara que tem essa postura de ser o dono da verdade, de ter a opinião sobre tudo e sobre o jogo”...
Em primeiro lugar, meu amigo Osmar Santos é um gênio. Mas no caso aí, é um tipo de visão pessoal ou de gosto que prevalece. Talvez para ele fosse melhor por uma questão de estilo. O Osmar é um " Monstro Sagrado", só que para mim o comentarista é absolutamente fundamental. Respeito a posição do mestre Osmar, que deve ter os seus motivos, mas eu não imagino um jogo sem comentarista
Teve uma época em que muitos ex-jogadores tornaram-se comentaristas, principalmente na TV.
Alguns como o Gérson Canhotinha, “caíram como uma luva no rádio”. O que você pensa a esse respeito, dos ex-boleiros na latinha?...
Penso que quem é bom, é bom e pronto. Como é o caso do Gerson. E por que não dizer, do ex-goleiro Raul?... Acho bons. O que não é legal é forçar a barra, porque é sempre o ouvinte que decide. Ás vezes tentam forçar um nome ou outro, mas isso não funciona.
Como vê o surgimento de novos valores na função de narrador que é uma das mais difícéis dentro do rádio esportivo? Que avaliação faz de Odilon Júnior, Fernando Bonan, João Guilherme e outros jovens narradores que estão surgindo?
Para ser bem sincero, todos esses citados já deram certo na profissão. São muito bons e de grande estrada pela frente. Há outras feras surgidas recentemente como o Edílson Silva, Hugo Lago, Daniel Pereira, ETC... Isso para falar só do Rio. Existe muita gente de alta qualidade surgindo pelo país afora.
O que está faltando hoje para que o rádio esportivo seja ainda mais atraente para o público? Que tipo de conteúdo pode ser inserido para que ele seja ainda melhor?
O rádio evolui constantemente. Mas na ferramenta "Internet", está o crescimento da qualidade do conteúdo pela rapidez dos dados em tempo real, e interatividade. Vai crescer sempre, embora as entidades do desporto vivam criando dificuldade para atuação dos profissionais.
O que pensa da independência jornalística das emissoras em relação a dirigentes e entidades? Existe no Brasil alguma distorção nesse tipo de convívio?...
A independência é um dos pontos de partida, uma condição básica. Que eu saiba, no rádio não há nenhum veículo com esse odioso vício. Pode ser que exista, mas não é do meu conhecimento, se existir.
No Rio, eu asseguro que todas são independentes em linha editorial. Nas grandes emisoras do país a mesma coisa. Se há problema dessa natureza, eu desconheço.
Tipos de mídia como TV e internet e até o rádio FM estão ameaçando de alguma forma à existência do rádio AM?
Não creio. Quanto a Internet, pelo contrário, ela é uma aliada, para onde todos irão. É uma mídia convergente. Todos desaguarão na Internet. Até a própria televisão.
O AM Digital irá mesmo revolucionar o hábito de se ouvir rádio? Em quanto tempo acredita que essa tecnologia estará em funcionamento e acessível para os ouvintes?
Será uma revolução e todos terão que se adaptar. Quem não fizer isso vai sumir. Vai acabar qualquer diferença de AM/FM, porque todas serão sintonizáveis com som puríssimo em qualquer lugar. Há carros hoje, já saíndo de fábrica nos Estados Unidos com essa tecnologia. A Tupi já faz parte desse cardápio que tem mais de 11 mil rádio de várias partes do mundo. O que falta é as pessoas terem o aparelho digital para sontonizar. Em quanto tempo terão, é que é a questão que ninguém sabe ao certo. O tempo estimado é de 5 anos, aproximadamente
Como o amigo analisa o poder cada vez maior das emissoras de TV que compram os direitos de transmissão das competições e impõem coisas absurdas para atender suas conveniências como programação de horários esdrúxulos para a realização dos jogos e até imposições na mudança radical dos uniformes dos times por causa da visualização?
Esse é um absurdo contemporâneo. Você usou a palavra certa: esdrúxulos. Estão usando um poder imperial acobertados por dirigentes incapazes e medrosos. Uma distorção. Quem compra direito de exibição, não comprou o mundo, os hábitos, os horários e a dignidade do torcedor, para quem não dão a mínima.
Tecnicamente atrapalha por exemplo, calções da mesma cor em times de camisas completamente diferentes tipo a tricolor do Flu com a azul do Cruzeiro. Os calções e meias brancas dos dois times atrapalhariam em alguma coisa a você como narrador por exemplo?...
Dependendo do tom da cor atrapalha, sim. Mas com os matizes variados, quase não acontece esse problema atualmente. A dificuldade ainda existente é com camisas listradas que escondem a leitura dos números.
Como é que você analisa o chamado sistema de transmissão off-tube, o “tubão”? É uma coisa inevitável nesses tempos de dificuldades econômicas?
Não é apenas um problema de ordem econômica, pelo menos para as maiores, embora o mundo viva um problemão econômico. Hoje em dia existe muita competição sendo jogada que não cabe no calendário. Ele não suporta. Parece até que na Fifa, Sul Americana e na CBF, eles acham que o ano tem 500 dias.
Penso que quem é bom, é bom e pronto. Como é o caso do Gerson. E por que não dizer, do ex-goleiro Raul?... Acho bons. O que não é legal é forçar a barra, porque é sempre o ouvinte que decide. Ás vezes tentam forçar um nome ou outro, mas isso não funciona.
Como vê o surgimento de novos valores na função de narrador que é uma das mais difícéis dentro do rádio esportivo? Que avaliação faz de Odilon Júnior, Fernando Bonan, João Guilherme e outros jovens narradores que estão surgindo?
Para ser bem sincero, todos esses citados já deram certo na profissão. São muito bons e de grande estrada pela frente. Há outras feras surgidas recentemente como o Edílson Silva, Hugo Lago, Daniel Pereira, ETC... Isso para falar só do Rio. Existe muita gente de alta qualidade surgindo pelo país afora.
O que está faltando hoje para que o rádio esportivo seja ainda mais atraente para o público? Que tipo de conteúdo pode ser inserido para que ele seja ainda melhor?
O rádio evolui constantemente. Mas na ferramenta "Internet", está o crescimento da qualidade do conteúdo pela rapidez dos dados em tempo real, e interatividade. Vai crescer sempre, embora as entidades do desporto vivam criando dificuldade para atuação dos profissionais.
O que pensa da independência jornalística das emissoras em relação a dirigentes e entidades? Existe no Brasil alguma distorção nesse tipo de convívio?...
A independência é um dos pontos de partida, uma condição básica. Que eu saiba, no rádio não há nenhum veículo com esse odioso vício. Pode ser que exista, mas não é do meu conhecimento, se existir.
No Rio, eu asseguro que todas são independentes em linha editorial. Nas grandes emisoras do país a mesma coisa. Se há problema dessa natureza, eu desconheço.
Tipos de mídia como TV e internet e até o rádio FM estão ameaçando de alguma forma à existência do rádio AM?
Não creio. Quanto a Internet, pelo contrário, ela é uma aliada, para onde todos irão. É uma mídia convergente. Todos desaguarão na Internet. Até a própria televisão.
O AM Digital irá mesmo revolucionar o hábito de se ouvir rádio? Em quanto tempo acredita que essa tecnologia estará em funcionamento e acessível para os ouvintes?
Será uma revolução e todos terão que se adaptar. Quem não fizer isso vai sumir. Vai acabar qualquer diferença de AM/FM, porque todas serão sintonizáveis com som puríssimo em qualquer lugar. Há carros hoje, já saíndo de fábrica nos Estados Unidos com essa tecnologia. A Tupi já faz parte desse cardápio que tem mais de 11 mil rádio de várias partes do mundo. O que falta é as pessoas terem o aparelho digital para sontonizar. Em quanto tempo terão, é que é a questão que ninguém sabe ao certo. O tempo estimado é de 5 anos, aproximadamente
Como o amigo analisa o poder cada vez maior das emissoras de TV que compram os direitos de transmissão das competições e impõem coisas absurdas para atender suas conveniências como programação de horários esdrúxulos para a realização dos jogos e até imposições na mudança radical dos uniformes dos times por causa da visualização?
Esse é um absurdo contemporâneo. Você usou a palavra certa: esdrúxulos. Estão usando um poder imperial acobertados por dirigentes incapazes e medrosos. Uma distorção. Quem compra direito de exibição, não comprou o mundo, os hábitos, os horários e a dignidade do torcedor, para quem não dão a mínima.
Tecnicamente atrapalha por exemplo, calções da mesma cor em times de camisas completamente diferentes tipo a tricolor do Flu com a azul do Cruzeiro. Os calções e meias brancas dos dois times atrapalhariam em alguma coisa a você como narrador por exemplo?...
Dependendo do tom da cor atrapalha, sim. Mas com os matizes variados, quase não acontece esse problema atualmente. A dificuldade ainda existente é com camisas listradas que escondem a leitura dos números.
Como é que você analisa o chamado sistema de transmissão off-tube, o “tubão”? É uma coisa inevitável nesses tempos de dificuldades econômicas?
Não é apenas um problema de ordem econômica, pelo menos para as maiores, embora o mundo viva um problemão econômico. Hoje em dia existe muita competição sendo jogada que não cabe no calendário. Ele não suporta. Parece até que na Fifa, Sul Americana e na CBF, eles acham que o ano tem 500 dias.
O intervalo entre um evento e outro não permite ir e voltar a tempo num Brasileirão, por exemplo. Na F-1, a TV Globo faz várias transmissões com o narrador e comentarista no Rio e o repórter, este sim, no país da corrida. No rádio é quase a mesma coisa. Tudo começou por causa da Copa do Mundo, que ensinou isso por necessidade. Na atualidade acho que só o José Silvério ( um baita narrador ), não faz
off-tube, mas por opção dele. Mas na Copa não tem jeito. É assim, ou não cobre o evento na íntegra. Virou uma solução para várias ocasiões e se espalhou.
Existem alguns profissionais que você admira mas que não tenha trabalhado com eles, que adoraria ter trabalhado?
Com os melhores do Rio, trabalhei com todos. De fora daqui há vários que difícilmente terei o prazer de trabalhar.
Penido, no futebol é muito comum formarmos a melhor seleção brasileira de todos os tempos, o melhor Botafogo, o Palmeiras eterno, ETC... E se você pudesse formar a equipe esportiva de todos os tempos no rádio, tendo quatro narradores, três comentaristas, um comentarista de arbitragem, dois âncoras, quatro repórteres e dois plantonistas, como escalaria esse timaço? (a pergunta não fica restrita ao rádio do Rio de Janeiro, pode citar profissionais de qualquer Estado do Brasil)
É impossível. Brota tanto nome na cabeça que teria uns 15 narradores, outro tanto de comentaristas e repórteres. Só aqui teria que encaixar por exemplo: Waldir Amaral, Jorge Curi, Doalcey Camargo, Jota Santiago, Edson Mauro, e claro, meu dileto e querido amigo, o fera José Carlos Araújo, só para citar alguns nomes rapidamente, sem falar que eu iria querer uma vaguinha nesse timaço...
E imagine quando pintar a galera do passado mais remoto?... Não daria. Com comentaristas e repórteres ocorre a mesma situação. E os de fora do Rio que não poderiam ficar de fora?
Existem alguns profissionais que você admira mas que não tenha trabalhado com eles, que adoraria ter trabalhado?
Com os melhores do Rio, trabalhei com todos. De fora daqui há vários que difícilmente terei o prazer de trabalhar.
Penido, no futebol é muito comum formarmos a melhor seleção brasileira de todos os tempos, o melhor Botafogo, o Palmeiras eterno, ETC... E se você pudesse formar a equipe esportiva de todos os tempos no rádio, tendo quatro narradores, três comentaristas, um comentarista de arbitragem, dois âncoras, quatro repórteres e dois plantonistas, como escalaria esse timaço? (a pergunta não fica restrita ao rádio do Rio de Janeiro, pode citar profissionais de qualquer Estado do Brasil)
É impossível. Brota tanto nome na cabeça que teria uns 15 narradores, outro tanto de comentaristas e repórteres. Só aqui teria que encaixar por exemplo: Waldir Amaral, Jorge Curi, Doalcey Camargo, Jota Santiago, Edson Mauro, e claro, meu dileto e querido amigo, o fera José Carlos Araújo, só para citar alguns nomes rapidamente, sem falar que eu iria querer uma vaguinha nesse timaço...
E imagine quando pintar a galera do passado mais remoto?... Não daria. Com comentaristas e repórteres ocorre a mesma situação. E os de fora do Rio que não poderiam ficar de fora?
Me livre desse embaraço, por favor.
Quero te agradecer pela atenção e forma solícita e fraternal como nos atendeu respondendo a essa entrevista.
Eu é que agradeço a vocês por terem feito uma página para o rádio, e terem me incluído nela.
O meio contraiu uma dívida de gratidão com esta equipe, pela divulgação, seriedade e difusão de informações, que normalmente não chegam ao público. Com vocês, chegam muitas, via Net Viu como o rádio e a Internet já tem alguma ligação? (risos)
Obrigado. Estarei sempre à disposição de vocês todos e dos participantes da comunidade.
Quero te agradecer pela atenção e forma solícita e fraternal como nos atendeu respondendo a essa entrevista.
Eu é que agradeço a vocês por terem feito uma página para o rádio, e terem me incluído nela.
O meio contraiu uma dívida de gratidão com esta equipe, pela divulgação, seriedade e difusão de informações, que normalmente não chegam ao público. Com vocês, chegam muitas, via Net Viu como o rádio e a Internet já tem alguma ligação? (risos)
Obrigado. Estarei sempre à disposição de vocês todos e dos participantes da comunidade.
PERFIL
NOME COMPLETO: LUIZ ALBERTO PENIDO
IDADE: 54 ANOS
DATA E LOCAL DE NASCIMENTO: JUIZ DE FORA, EM 05/04/54
NOME DA ESPOSA E FILHO(S): MARCIA PENIDO E FILHO, MARCELO PENIDO
RELIGIÃO: COM TODOS OS SACRAMENTOS CATÓLICOS, SOU KARDECISTA POR FILOSOFIA E ADMIRADOR DE TODAS QUE BUSCAM A JESUS E ACREDITAM EM DEUS.
LAZER PREFERIDO: FUTEBOL, PRAIA, CARRO, CAMINHADAS E LIVROS.
COMIDA PREFERIDA: PICANHA
BEBIDA PREFERIDA: ÁGUA
LIVRO INESQUECÍVEL: OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA( E MAIS UNS DEZ)
FILME INESQUECÍVEL: DANÇANDO NA CHUVA
CIDADES MAIS LINDAS QUE VISITOU: MONTREAL, TÓQUIO, PARIS, ROMA, NOVA IORQUE E MUNIQUE SÃO AS MINHAS PREFERIDAS.
MOMENTO HISTÓRICO NA CARREIRA: FINAL MERCOSUL DE 2000. VASCO 4 X 3 PALMEIRAS. A MAIOR VIRADA. FLAMENGO 3 X 1 VASCO (GOL DO PET) EM 2001. BRASIL X ITÁLIA (GANHAMOS NOS PENALTYS) COPA DE 94. HÁ OUTROS.
CLUBE E ÍDOLO DE INFÂNCIA: BOTAFOGO DE GARRINCHA
PROGRAMAS PREFERIDOS DE TV: LINHA DE PASSE( ESPNBrasil)
ATOR E ATRIZ PREFERIDOS: UM MONTÃO. NÃO DA PARA CITAR POUCOS.
CANTOR E CANTORA: CAETANO VELOSO E ADRIANA CALCANHOTO
AMIGOS DE FÉ E IRMÃOS CAMARADAS: GRAÇAS A DEUS SÃO MUITOS. MUITOS MESMO.
IDADE: 54 ANOS
DATA E LOCAL DE NASCIMENTO: JUIZ DE FORA, EM 05/04/54
NOME DA ESPOSA E FILHO(S): MARCIA PENIDO E FILHO, MARCELO PENIDO
RELIGIÃO: COM TODOS OS SACRAMENTOS CATÓLICOS, SOU KARDECISTA POR FILOSOFIA E ADMIRADOR DE TODAS QUE BUSCAM A JESUS E ACREDITAM EM DEUS.
LAZER PREFERIDO: FUTEBOL, PRAIA, CARRO, CAMINHADAS E LIVROS.
COMIDA PREFERIDA: PICANHA
BEBIDA PREFERIDA: ÁGUA
LIVRO INESQUECÍVEL: OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA( E MAIS UNS DEZ)
FILME INESQUECÍVEL: DANÇANDO NA CHUVA
CIDADES MAIS LINDAS QUE VISITOU: MONTREAL, TÓQUIO, PARIS, ROMA, NOVA IORQUE E MUNIQUE SÃO AS MINHAS PREFERIDAS.
MOMENTO HISTÓRICO NA CARREIRA: FINAL MERCOSUL DE 2000. VASCO 4 X 3 PALMEIRAS. A MAIOR VIRADA. FLAMENGO 3 X 1 VASCO (GOL DO PET) EM 2001. BRASIL X ITÁLIA (GANHAMOS NOS PENALTYS) COPA DE 94. HÁ OUTROS.
CLUBE E ÍDOLO DE INFÂNCIA: BOTAFOGO DE GARRINCHA
PROGRAMAS PREFERIDOS DE TV: LINHA DE PASSE( ESPNBrasil)
ATOR E ATRIZ PREFERIDOS: UM MONTÃO. NÃO DA PARA CITAR POUCOS.
CANTOR E CANTORA: CAETANO VELOSO E ADRIANA CALCANHOTO
AMIGOS DE FÉ E IRMÃOS CAMARADAS: GRAÇAS A DEUS SÃO MUITOS. MUITOS MESMO.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
MAIS UM MOMENTO ROBERT
ENTREVISTA
Amigos, concedi uma entrevista semanas atrás ao Blog Onda Curta do meu amigo Marcos Niemeyer, brilhante radialista mineiro.
Nela, falo da minha participação no seriado Ó Paí Ó,da Rede Globo, além de outros assuntos como futebol, música, política e mulher.
Acho que vale a pena conferir. É só clicar no link abaixo :
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
RÁDIO DE LUTO - Morte de Pacheco Filho

AINDA SOBRE PACHECO FILHO
Na última terça (02) o rádio baiano perdeu um dos seus maiores talentos, o comunicador Pacheco Filho que faleceu vítima de parada cardio-respiratória aos 82 anos de idade.
Pacheco ainda lúcido e com grande vigor e entusiasmo comandava o seu "Almoçando com Pacheco Filho" aos sábados e domingos na Metrópole FM 101,3 www.radiometropole.com.br.
Em sua homenagem colocamos aqui dois pequenos trechos de uma entrevista que Pacheco deu na própria Metrópole no programa de Mário Kertész que teve um grande gesto ao resgatar Pacheco para o rádio da Bahia lhe dando espaço na sua emissora para o grande locutor que no passado foi a maior audiência da radiofonia baiana. No comando do programa "Só para mulheres", Pacheco Filho teve tanta popularidade que se elegeu vereador em Salvador.
Algo hilário na lembrança de Pacheco. A história que o impagável colega Abraão Britto da Rádio Metrópole conta. De um desabafo que Pacheco fez no seu programa com sua peculiar categoria, ele descreve uma cena presenciada por ele próprio num transporte coletivo da capital baiana, o cumprimento de dois malandros.
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FERAS DO RÁDIO,
MEMÓRIA,
MORRERAM E NASCERAM,
RÁDIO*
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Rádio

Morre, aos 82 anos, o radialista e apresentador Pacheco Filho
Morreu na noite desta terça-feira (02) o apresentador e radialista Balbino Pacheco de Oliveira Junior, o Pacheco Filho. Um dos mais respeitados nomes da história do rádio da Bahia. Pacheco não resistiu a sucessivas paradas cardio-respiratórias e faleceu às 21h10.
Radialista atuante desde 1946, o apresentador teve passagens por rádios como Cultura, Excelsior e Sociedade. Nos anos 60 e 70 Pacheco apresentou um dos programas campeões de audiência do rádio baiano, o "Só para mulheres".
Atualmente apresentava na Rádio Metrópole FM o programa "Almoçando com Pacheco Filho" que ia ao ar todos os sábados e domingos.
Pacheco foi um colega muito querido da equipe da Rádio Metrópole e nome de extrema importância para a história do rádio no Brasil.
FICA AQUI A NOSSA HOMENAGEM A ESSE GRANDE COMUNICADOR QUE CONQUISTOU AO LONGO DE SUA BRILHANTE CARREIRA COISAS FUNDAMENTAIS PARA QUEM EXERCE UM TRABALHO PÚBLICO: O RECONHECIMENTO, O RESPEITO, O CARINHO E ADMIRAÇÃO DAS PESSOAS. OBRIGADO PACHECO!
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RÁDIO*
domingo, 23 de novembro de 2008
PLANTÃO - InTeRnEt@Ndo - Jornal Extra - Site da Tupi Rio

MORRE JORNALISTA CELSO GARCIA,O DESCOBRIDOR DE ZICO
23.11.2008 - 12h04m
GAROTO DO PLACAR
MORRE O JORNALISTA CELSO GARCIA
Marcelo Dias -Jornal EXTRA
Rio - Morreu neste domingo o jornalista Celso Garcia, um dos grandes nomes do rádio esportivo brasileiro. Descobridor de um dos maiores gênios do futebol mundial, Zico, Celso se notabilizou como o "Garoto do Placar" nas transmissões esportivas. Em 1967, Celso assistia a uma partida de futebol de salão e avistou um garoto franzino de 14 anos jogando pelo Juventude de Quintino, no campo do River Futebol Clube, em Piedade.
Celso o levou para a Gávea, onde se transformaria no maior craque rubro-negro de todos os tempos.
O corpo de Celso Garcia será velado na Capela Santa Rita de Cássia, sala 2 do Cemitério de Inhaúma, no subúrbio do Rio. O sepultamento do corpo de Celso está marcado para hoje, domingo ás 17 horas. O Presidente do Flamengo Márcio Braga, determinou luto oficial no clube por três dias e será observado um minuto de silêncio antes da partida contra o Cruzeiro em homenagem póstuma ao grande rubro-negro, logo mais no Mineirão.
site da Tupi Rio - www.tupirio.com.br
12:56
MORRE RADIALISTA CELSO GARCIA
O corpo de Celso de Paula Garcia está sendo velado na sala 3 da capela Santa Rita de Cássia, no cemitério de Inhaúma. O sepultamento está previsto para às quatro e meia da tarde. O locutor esportivo e professor universitário faleceu mais cedo, por conta de complicações cardíacas. Também conhecido como O Garoto do Placar, o rubro-negro Celso Garcia foi o responsável pelo descobrimento de Zico no futebol. O presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Márcio Braga, determinou luto oficial de três dias.
Haverá homenagem póstuma com um minuto de silêncio, antes da partida esta tarde do time carioca contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte. Celso Garcia trabalhou no departamento de esportes da Super Rádio Tupi, quando fez a cobertura da Copa do mundo de 1978. O Garoto do Placar deixa mulher e filho.
HOMENAGEM DO GAROTINHO JOSÉ CARLOS ARAÚJO
"Saudade do Celso Garcia. Mal desci em Belo Horizonte , ainda no aeroporto, o Pinheiro - chefe da segurança do Fla - me deu a notícia: o Celso Garcia morreu. Vocês não têm noção de como fiquei emocionalmente, com dificuldade para transmitir o jogo do Mineirão. Celso não foi apenas o padrinho do Zico. Foi ele quem me colocou no rádio esportivo ou melhor, quem convenceu o Waldir Amaral a me dar uma chance,começando como plantão esportivo. À ele a minha homenagem, e a certeza de que serei eternamente grato."
HOMENAGEM DO NOSSO BLOG
CELSO GARCIA FOI UM COMPETENTE NARRADOR ESPORTIVO NOS ANOS 60 E 70 . TRABALHOU EM MUITAS EMISSORAS DE RÁDIO COMO TUPI E GLOBO.
A MARCA 'O GAROTO DO PLACAR', SURGIU DE UM BORDÃO DO CELSO QUE NO MOMENTO DO GOL GRITAVA: "E AGORA VAI LÁ O GAROTO E MUDA O PLACAR DO MARACANÃ".
É QUE NESSA ÉPOCA OS GRANDES ESTÁDIOS AINDA NÃO POSSUÍAM OS PLACARES ELETRÔNICOS ERAM PLACAS DE MADEIRA COM OS NÚMEROS QUE PRECISAVAM SER TROCADAS NO MOMENTO DE UM GOL. E GERALMENTE O RESPONSÁVEL POR ISSO ERA UM MENINO. VIROU MARCA DO CELSO. ANOS MAIS TARDE A REVISTA PLACAR DA EDITORA ABRIL, DEU A CELSO UMA COLUNA ONDE ELE TRAZIA AS NOVIDADES DOS BASTIDORES COM ESSE NOME - GAROTO DO PLACAR.
NOS ANOS 80 NA RÁDIO GLOBO AO LADO DE KLÉBER LEITE, ÁUREO AMENO, AFONSO SOARES, WASHINGTON RODRIGUES, FRANCISCO HORTA, GÉRSON, SÉRGIO NORONHA, DOALCEI CAMARGO E OUTROS, CELSO INTEGROU A EQUIPE DO POLÊMICO PORGRAMA BOLA DE FOGO QUE ESCOLHIA OS MELHORES EM CAMPO E ANALISAVA COM MUITA IRREVERÊNCIA O QUE DE MAIS IMPORTANTE OCORRERU NO PRINCIPAL JOGO DA RODADA.
DEIXA MUITA SAUDADE E UMA LACUNA NO RÁDIO ESPORTIVO.
Nossa homenagem ao celso que deixou o plano terrestre no dia de hoje. Paz e Luz ao seu espírito e muito conforto aos seus familiares e amigos. . Valeu Celso!!!!!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Nas Ondas do Rádio

DIA ÚTIL
O TALENTO DE NARDELE
PRO DIA NASCER FELIZ
Sou suspeito para falar pois só não somos irmãos de fato e de direito aqui na Terra, por algum erro ou capricho burocrático do Cartório Celestial, pois até o mesmo sobrenome temos. Mas além disso - e coisa muito mais importante - temos como dizia meu mestre Raul Seixas "a mesma metafísica". Irmãos Cósmicos e pronto!
Refiro-me a Nardele Gomes, brilhante jornalista e radialista que comanda de segunda a sexta de 06 as 07h. na METRÓPOLE FM 101,3 de Salvador http://www.radiometropole.com.br/ o programa DIA ÚTIL. Uma revista cultural que além das primeiras notícias e manchetes do dia, traz inteligentíssimos quadros como 'O Dia na História', 'Vã Filosofia', 'Telona' e muitos outros que abordam diferentes e importantes temas como saúde, cinema, música, literatura, ETC.
Tive o prazer de conhecê-la e de desfrutar de sua companhia e inteligência em 2005 na TRANSAMÉRICA FM quando dividíamos a apresentação dos programas 100% ESPORTE e GALERA GOL. A garota já era show de bola! Depois na Metrópole encontrou régua e compasso para deslanchar toda a sua capacidade recheada de cultura, sensibilidade e muita competência no falar e no escrever, dons que recebeu de seus pais Raimundo e Marlene, um poeta e uma professora. Desnecessário dizer que mistura melhor não poderia haver nessa receita de bolo...
Nardelita, como a chamo é uma das melhores coisas surgidas no carente rádio da Bahia, que muito em breve não terá como impedir o vôo natural dessa menina que merece outros horizontes e um céu de brigadeiro no infinito de possibilidades.
Confiram nos links abaixo duas matérias espetaculares que receberam o selo de qualidade da criação de Nardelita. Uma sobre o nosso ídolo comum Chico Buarque e outra sobre o efervescente maio de 1968, coincidentemente mês e ano que eu chegava a esse mundão véio e besta.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
HISTÓRIA DO RÁDIO - Parte I - 1893-1959

UMA BREVE HISTÓRIA DO RÁDIO AM NO BRASIL
1893 - O padre, cientista e engenheiro gaúcho Roberto Landell de Moura testa a primeira transmissão de fala por ondas eletromagnéticas, sem fio. Graças a ele, a Marinha brasileira realizou, em 01 de março de 1905, diversos testes de mensagens telegráficas no encouraçado Aquidaban. Todavia, o Primeiro Mundo reconhece o cientista Guglielmo Marconi como o "descobridor do rádio".Marconi, natural de Bolonha, Itália, realizou em 1895 testes de transmissão de sinais sem fio pela distância de 400 metros e depois pela distância de dois quilômetros.
Ele também descobriu o princípio do funcionamento da antena. Em 1896 Marconi adquiriu a patente da invenção do rádio, enquanto Landell só conseguiria obter para si a patente em1900. Marconi, em 1899, concebeu a radiotelegrafia através de uma mensagem de socorro transmitida pelo Atlântico. Nesse evento se populariza a sigla S. O. S. - save our souls, "salvem nossas almas" em português - , em todo o mundo, mesmo em países que não falam a língua inglesa que concebeu a sigla.
Essa polêmica da invenção do rádio se compara à da invenção do avião, no início do século XX, em que o Primeiro Mundo credita aos irmãos Wright, dos EUA, a invenção do veículo aéreo, embora tenha sido o mineiro Alberto Santos Dumont seu pioneiro (os Wright não registraram imagens de suas experiências de vôo, enquanto Dumont realizou testes com seu 14-Bis diante de multidões em Paris, França, em 1906).
Ele também descobriu o princípio do funcionamento da antena. Em 1896 Marconi adquiriu a patente da invenção do rádio, enquanto Landell só conseguiria obter para si a patente em1900. Marconi, em 1899, concebeu a radiotelegrafia através de uma mensagem de socorro transmitida pelo Atlântico. Nesse evento se populariza a sigla S. O. S. - save our souls, "salvem nossas almas" em português - , em todo o mundo, mesmo em países que não falam a língua inglesa que concebeu a sigla.
Essa polêmica da invenção do rádio se compara à da invenção do avião, no início do século XX, em que o Primeiro Mundo credita aos irmãos Wright, dos EUA, a invenção do veículo aéreo, embora tenha sido o mineiro Alberto Santos Dumont seu pioneiro (os Wright não registraram imagens de suas experiências de vôo, enquanto Dumont realizou testes com seu 14-Bis diante de multidões em Paris, França, em 1906).
domingo, 19 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Rádio

HÁ VIDA INTELIGENTE NAS FMs BRASILEIRAS
Por Marcos Niemeyer
Essa matéria foi escrita pelo meu grande amigo Marcos Niemeyer, competente radialista mineiro que teve brilhantes passagens por várias emissoras de rádio e de TV do nosso país. O texto é transcrito do excelente Blog do Marcos, o Onda Curta que recomendo a todos http://umbrasildeaudiencia.blogspot.com/
Tomei a iniciativa apenas de acrescentar uma emissora a mais em relação à indicação baiana na ótima lista do amigo Niemeyer. Ele indicou a Globo FM que de fato é muito boa, mas eu também destaco a excelente Educadora FM. Tomei essa liberdade e peço licença ao Marcos, pois como moro aqui na Boa Terra e acompanho há mais de 25 anos a 107,5 da capital dos baianos, posso assegurar que merece estar na relação das melhores FMs do Brasil.
Há vida inteligente em algumas FMs brasileiras. A produção do Onda Curta elaborou uma lista destacando seis FMs em diferentes cidades brasileiras que desenvolvem um trabalho diferenciado, com ênfase para a legítima MPB.
Claro, apesar da falta de bom gosto e criatividade que estão a tomar conta da nossa música, outras emissoras, mesmo em número reduzido, não abrem mão de uma sonoridade civilizada. Confira!
Claro, apesar da falta de bom gosto e criatividade que estão a tomar conta da nossa música, outras emissoras, mesmo em número reduzido, não abrem mão de uma sonoridade civilizada. Confira!
CULTURA- A tradicional emissora paulista faz parte da Fundação Padre Anchieta. A programação é abrangente e inclui música clássica, concertos, Jazz e MPB. www.tvcultura.com.br/radiofm/radiofm0810/programacaofm081017.htm -
GUARANI- É a melhor FM de Minas. A programação está acima de qualquer suspeita. MPB, música internacional de primeira, etc. No horário de almoço tem “Um Toque de Clássico”: Bach, Mozart, Beethoven, Villa Lobos, etc. Há também um jornal falado de 15 minutos com informação objetiva e relevante.
www.guarani.com.br/ -
TRIBUNA- Com sede em Vitória, ES, a rádio segue a mesma linha das emissoras adulto-contemporâneas com grandes sucessos nacionais e internacionais que marcaram época. Aos sábados, de dez a meia-noite, o destaque fica por conta dos hits que embalavam as discotecas na década de 70.
TRIBUNA- Com sede em Vitória, ES, a rádio segue a mesma linha das emissoras adulto-contemporâneas com grandes sucessos nacionais e internacionais que marcaram época. Aos sábados, de dez a meia-noite, o destaque fica por conta dos hits que embalavam as discotecas na década de 70.
EDUCADORA FM - A emissora que pertence ao Governo da Bahia está completando em 2008 30 anos de bons serviços prestados à Comunicação Social dos baianos. A programação é de primeirissíma qualidade. Programas temáticos de chorinho, reggae, música clássica e o melhor da atualidade na nossa MPB além de jornalísticos e culturais. Destaque para o 'Jornal Educadora' de segunda à sexta às 18h. com Edilton Tourinho e Claudio Sacramento, o 'Memória do Rádio' (segunda à sexta 22h.) produzido e apresentado pelo historiador Perfelino Neto, além do 'Música dos Mestres' aos domingos às 20 horas. Sem dúvida, uma rádio gostosa de ouvir. http://www.educadora.ba.gov.br/
GLOBO- Apesar de estar localizada em Salvador, além de pertencer ao grupo do ex- cacique da Bahia, TONINHO MALVADEZA, a rádio não toca música de qualidade duvidosa (ACREDITEM!) Na linha de programação, podemos destacar o “HAPPY HOUR” com informação interessante, dicas culturais, lazer, entretenimento e muita música de qualidade. www.gfm.ibahia.globo.com/
Em Minas Gerais, a cidade de Governador Valadares dispõe de uma emissora que merece crédito. Trata-se da RIO DOCE FM pertencente ao grupo TV Leste, ex-afiliada da Rede Globo. No ar há pouco mais de um ano oferece seleta programação com destaque para MPB, hits internacionais antigos e até blues e jazz. Contabilizando população de quase 300 mil habitantes, Valadares tem mais três FMs. Todas elas no entanto acostumaram o ouvinte com a sonoridade capenga imposta pela mídia.
A Rio Doce, que ainda não disponibilizou site na internet, faz a diferença. Para cuidar da parte de programação, a emissora contratou o veterano músico e radialista valadarense JÚLIO HASTENREITER.
Julinho, como é conhecido nos meios artísticos, foi um dos integrantes da banda THE CLEVEN BOYS- grande sucesso nos bailes que ocorriam na maior e mais importante cidade do Leste de Minas até meados dos anos 70- chegando, inclusive, a tocar em várias partes do país. O grupo teve início influenciado pelo Rock'n Roll e festivais universitários que ocorriam na época.
Já o AM- a exemplo do que ocorre na maior parte do Brasil- vai mal das pernas. Abre-se exceção para a Rádio Globo-GV, que mesmo tendo programação local reduzida- consegue se destacar em relação aquela que teoricamente seria sua principal concorrência- uma emissora cinquentenária de propriedade da Igreja Católica- cujos apresentadores são arcaicos e carecem de profissionalismo.
É preciso, pois, que as emissoras invistam mais em quem realmente entenda do riscado e não se tornem reféns dos ditadores do modismo. A empresa ganha em credibilidade e o ouvinte passa a receber um produto mais bem elaborado. Chega de gritaria e grunhidos infernais no rádio. O ouvido do povo não é penico!
A Rio Doce, que ainda não disponibilizou site na internet, faz a diferença. Para cuidar da parte de programação, a emissora contratou o veterano músico e radialista valadarense JÚLIO HASTENREITER.
Julinho, como é conhecido nos meios artísticos, foi um dos integrantes da banda THE CLEVEN BOYS- grande sucesso nos bailes que ocorriam na maior e mais importante cidade do Leste de Minas até meados dos anos 70- chegando, inclusive, a tocar em várias partes do país. O grupo teve início influenciado pelo Rock'n Roll e festivais universitários que ocorriam na época.
Já o AM- a exemplo do que ocorre na maior parte do Brasil- vai mal das pernas. Abre-se exceção para a Rádio Globo-GV, que mesmo tendo programação local reduzida- consegue se destacar em relação aquela que teoricamente seria sua principal concorrência- uma emissora cinquentenária de propriedade da Igreja Católica- cujos apresentadores são arcaicos e carecem de profissionalismo.
É preciso, pois, que as emissoras invistam mais em quem realmente entenda do riscado e não se tornem reféns dos ditadores do modismo. A empresa ganha em credibilidade e o ouvinte passa a receber um produto mais bem elaborado. Chega de gritaria e grunhidos infernais no rádio. O ouvido do povo não é penico!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
VALE A PENA OUVIR

MPB FM 90,3 - Rio de Janeiro
Uma das melhores rádios do Brasil. Ideal para quem gosta de MPB de grande qualidade com programas muito bem feitos. Conheçam o site e ouçam em
Tempo Real.
http://www.mpbfm.com.br/
sábado, 20 de setembro de 2008

SALVADOR ESPORTE
A NOVA JOGADA DA NOVA SALVADOR FM - 92,3 MhZ
O SALVADOR ESPORTE é um boletim informativo em três edições que traz para o ouvinte as mais atualizadas notícias do futebol e do esporte em geral, com destaque para as informações dos clubes baianos no Campeonato Brasileiro, o Vitória na Série A e o Bahia na Série B.
Apresentado e produzido por Paulo Gomes, jovem e renomado valor da nossa Imprensa Esportiva, a atração em formato dinâmico e objetivo entra na nossa programação às 10:30h, 12:30h e 14:30h* com duração de no máximo 02 minutos.
O SALVADOR ESPORTE é uma excelente opção para o público que deseja ouvir um noticiário esportivo local, nacional e internacional feito de modo inteligente, moderno e com credibilidade e responsabilidade na informação.
www.novasalvadorfm.com.br
Durante o periódo da propaganda eleitoral gratuíta de segunda à sexta
às 10:45h e 14:30h
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