segunda-feira, 13 de outubro de 2008

BISONHOS E BIZARROS


FANÁTICO POR RAP É OBRIGADO PELA JUSTIÇA A OUVIR MÚSICA CLÁSSICA
Um fato inusitado ocorreu na cidade de champaign em Ohio nos EUA.
Um Homem que foi preso e advertido por incomodar a vizinhança ouvindo sua músicas barulhentas de Rap recebeu de uma juíza local um castigo curioso: foi obrigado a ouvir também num som bem alto músicas clássicas de Bach, Beethovem e Chopin por 20 horas seguidas!

Bem que ele tentou acatar a decisão, mas não agüentou nem 15 minutos. Sentindo na pele aquilo que os outros sofrem diariamente, o sujeito de 24 anos chamado Andrew Vactor preferiu pagar uma multa de US$ 150 a cumprir a sentença.

A juíza fez o ‘Rap Maníaco’ lembrar de um velho ditado, só que um pouco modificado, o que diz que “Pimenta nos ouvidos dos outros é refresco”...
E olha que o cidadão ainda teve muita sorte. Já imaginaram se a música tocada na sessão de tortura fosse o pagode baiano dos psiricos da vida e seus genéricos ?...

2 comentários:

disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
disse...

Qualquer que seja a música, até o lixo, chamada clássica (foi só pra sacanear...)colocada em alto volume é torturante.
RAP não é barulho, como também a quebrança (pagode baiano).
Ainda impera o conceito da democracia dos soldadinhos de chumbo???
Assim não dá.
O erro do indivíduo não está na escolha do seu ritmo preferido e sim no volume altíssimo que ouvia a música.
Fica o meu protesto!
Música é comunicação e a linguagem usada pelo emisor pode ou não ser entendida pelo receptor e se não fôra entendida, não deve ser chamada de tosca.
Os hoje considerados gênios, outrora tiveram críticas absurdas sobre os seus trabalhos.
Daquilo que não se entende não se pode fazer um conceito...
Desculpa ai, amigo, mas pisou nos meus calos.
Cabeça de gelo.
hehehehehehehehe

Voce pareceu uma mistura de Junior Baiano com Junior Tuchê nos bons tempos em que acertavam as canelas alheias.
Voce é um clássico, Luisinho, Edinho, etc.
Pega leve...
Não seja tão ácido.
Favelado também acessa a net.
KKK